25 de dezembro de 2012

Miles Hyman

Artista, escritor e ilustrador, Miles Hymam cria imagens para livros, revistas, galerias e museus espalhados pela Europa e pelos Estados Unidos.
Nascido em Vermonter, ele estudou Artes Plásticas e Literatura em Buxton School e Wesleyan University. 
Mudou-se para Paris em 1985, onde estudou Desenho em Paris Ecole des Beaux-Arts.
Ele começou ilustrando livros e revistas, mas passou a ser realmente conhecido por meio de suas ilustrações na publicação francesa Futuropolis. 
Seus trabalhos já apareceram em diversas outras publicações, entre essas podemos citar Libération, Le Monde, Télérama, XXI, Muze, Marianne, Gallimard, Baleine, Actes Sud, Denoël, Casterman, FSG, Knopf, Viking, Chronicle Books, the New York Times, The Boston Globe e The New Yorker Magazine. 

Miles Hymam






24 de dezembro de 2012

Lori Portka

Lori Portka, insatisfeita com seu emprego de professora, decidiu mudar seu estilo de vida: trocou a arte de ensinar pela arte de ilustrar. Diante dessa transformação, suas obras assumiram o papel de representar, por meio de seus traços leves e propositalmente infantis, os sentimentos que Lori - e todos nós, certamente - sempre buscou enfatizar em sua vida: a felicidade, o amor e a gratidão.
Para conhecer melhor o trabalho de Lori, acesse o site da artista.






18 de julho de 2012

Valériane Leblond

Valériane Leblond é uma artista francesa que vive em Gales. Leblond pinta quase sempre em pedaços de madeira e desenha de forma adorável, paisagens rurais, povos costeiros e seus costumes.
Veja mais em sua página na web





3 de junho de 2012

Yoko Furusho

Yoko Furusho é uma artista japonesa que nasceu em Tóquio e mudou-se para Nova Iorque para estudar Ilustração na School of Visual Arts. Yoko gosta de desenhar detalhes, texturas e estampas; tem a moda como sua inspiração principal. Ela coleciona revistas de moda e inspira-se em estampas das roupas. Atualmente, trabalha como ilustradora de várias revistas e jornais. Furusho foi a vencedora do Art Directors Club YG7 e de outras competições. Seus trabalhos apareceram em campanhas de marcas como Maybelline, Keds e na Glamour Magazine de Paris.

Yoko Furusho




2 de junho de 2012

Tadahiro Uesugi

O ilustrador japonês Tadahiro Uesugi  possui um desenho elegante, minimalista, e uma grande habilidade no uso das cores e texturas, sem falar no domínio que ele tem do espaço e da arquitetura. Ele costuma desenhar cenas urbanas, na maioria dos casos com mulheres solitárias e também muito elegantes, uma herança dos estudos de fashion illustration que ele fez na Tokyo Art School’s “Setsu Mode Seminar”.
Segunda uma entrevista que ele deu para a Animation World Magazine, seu trabalho é quase que inteiramente digital, com Photoshop.
As ilustrações que ele criou para o conceito visual do filme Coraline são uma obra prima. Bastante influenciado pela animação 101 Dálmatas e por ilustrações americanas dos anos 50 e 60.
Hoje ele trabalha para várias revistas de moda, capas de livros e comerciais, além de já ter colaborado com Jiro Taniguchi, artista de Manga.

Tadahiro Uesugi





Nicole Wong

Traços simples concedem um charme especial às ilustrações de Nicole Wong. Para conhecer melhor o trabalho encantador de Nicole, acesse o Blog da artista.




20 de maio de 2012

19 de maio de 2012

Alex Colville


Alex Colville em 1945
David Alexander Colville (Toronto, 24 de agosto de 1920) é um pintor, desenhista, gravador e muralista canadense.
A famí­lia de Colville mudou de Toronto para Amherst, Nova Escócia em 1929. Ele estudou na Mount Allison University de 1938 a 1942, obtendo bacharelado em Artes. Colville casou-se com Rhoda Wright naquele ano e se juntou ao Exército sendo nomeado artista de guerra. Durante seus quatro anos de serviço na Europa, Colville foi um dos artistas de guerra canadenses mais famosos. Ele pintou, entre outros, o desembarque em Juno Beach durante o O Dia D. 
Colville retornou a Nova Brunswick após a guerra e tornou-se membro da Faculdade de Artes da Universidade Mount Allison, onde lecionou de 1946 a 1963. Colville deixou o ensino para se dedicar à pintura e à gravura em tempo integral em um estúdio em sua casa em New York Street, este edifício é agora chamado Colville House.
Em 1973, mudou-se para Wolfville, Nova Escócia, cidade natal de sua esposa, vivendo na casa construída pelo pai dela. O casal Colville tem três filhos, uma filha e oito netos.
As obras do artista foram expostas extensivamente em todo o Canadá e internacionalmente, incluindo a Tate Gallery em Londres e Beijing Exhibition Centre, em Pequim. Em 1983, uma turnê retrospectiva internacional de sua obra foi organizada pela Galeria de Arte de Ontário.
Os trabalhos de Alex Colville encontram-se em muitas coleções, incluindo a Art Gallery of Nova Scotia, Cape Breton University Art Gallery em Sydney, Nova Escócia, Museu de Arte Moderna em Nova Iorque, o Musée National D'Art Moderne em Paris, o National Gallery of Canada em Ottawa, o Centro Georges Pompidou em Paris, o Wallraf-Richartz Museumin em Colônia e o Kestnergesellschaft em Hanôver, Alemanha.
Em 2002, foi introduzido na Calçada da Fama do Canadá.


Family and Rainstorm, 1955

To Prince Edward Island, 1955


Cycliste on crow

Georges de Feure

Georges de Feure (1868 - 1943) foi um pintor francês, criador teatral e designer industrial pertencente ao estilo Art Nouveau
Em 1886, de Feure foi um dos onze estudantes admitidos na Rijkscademie voor Beeldende Kunsten em Amesterdã, entretanto deixou muito rapidamente a escola e foi para Paris, uma vez que ele sentiu que a formação acadêmica formal não tinha nada para lhe oferecer. Sendo de natureza muito independente, de Feure nunca mais retomou aos estudos formais de arte, criando assim, seu próprio caminho. Ele foi, porém, influenciado por Jules Chéret em seus cartazes, mas provavelmente nunca foi seu aluno e se tornou o designer chave de Siegfried Bing para L'Art Nouveau. George de Feure mostrou seu trabalho na Exposição Universal de Paris, em 1900. Ele projetou móveis, trabalhou para jornais, criou projetos de teatro para Le Chat Noir cabaré e cartazes. Em agosto de 1901, de Feure foi nomeado Chevalier de la Légion d'honneur por sua contribuição as artes decorativas.




18 de maio de 2012

Paul Jacoulet


Paul Jacoulet (1902-1960) nasceu em Paris em 1902 e viveu no Japão durante a maior parte de sua vida. Durante a Segunda Guerra Mundial, mudou-se para Karuizawa, onde ele viveu no meio rural, cultivando hortaliças e criando aves.
Jacoulet é considerado um dos poucos artistas ocidentais com domínio na arte da impressão woodblock, o suficiente para ser reconhecido no Japão. Ele teve uma série de exposições após sua morte, incluindo duas no Pacific Asia Museum em Pasadena (1983 e 1990), o Museu de Arte de Yokohama (1996 e 2003), o Museu Riccar em Tóquio (1982), e da Isla Center for the Arts on Guam (1992 e 2006). Ele também conseguiu algum reconhecimento em vida, incluindo uma exposição patrocinada pela Força Aérea dos EUA (em 1946 segundo a revista Time). O primeiro livro sobre ele foi escrito durante a sua vida (Wells, 1957). Jacoulet era um especialista em Kabuki, proficiente em japones tradicional e instrumentos musicais, um calígrafo bom, fluente em várias línguas, e um colecionador de borboletas reconhecido.
Seu trabalho é amplamente colecionado e representa o ápice na realização técnica da forma de arte woodblock, além disso, demonstra sensibilidade e devoção ao resgate histórico do requinte e do bom gosto através do ressurgimento de estampas japonesas no século XX.
 






17 de maio de 2012

George Barbier


 George Barbier, 1928
George Barbier (1882 - 1932) foi um dos maiores ilustradores da França no começo do século XX, além de desenhista de moda e pintor.
Aos 29 anos Barbier realizou sua primeira mostra, a partir de então foi alçado ao destaque em sua profissão, recebendo encomendas para realizar cartazes de teatro e balés, ilustração de livros e produção para a alta costura com seus desenhos de moda.
Pelos próximos 20 anos Barbier integrou o grupo da Ecole des Beaux Arts que recebeu o apelido da Vogue de Os Cavaleiros do Bracelete, como tributo ao maneirismo chamativo, a elegância do traço e por seu modo de vestir.
Barbier foi introduzido nos círculos da elite por seus primos Bernard Boutet de Monvel e Pierre Brissaud, e os amigos Paul Iribe, Georges Lepape e Charles Martin. Durante sua carreira o artista ainda trabalhou com desenhos para vidraçaria, joalheria e papeis de parede, e também escreveu ensaios e vários artigos para a prestigiosa Gazette du bon ton. Na metade dos anos 1920 trabalhou com Erté em desenhos de cenários e vestuário para a Folies Bergère, e em 1929 redigiu a apresentação da aclamada mostra de Erté, alcançando grande popularidade com a regular publicação de desenhos na revista L'Illustration.






16 de maio de 2012

Alphonse Osbert, o pintor do silêncio


Alphonse Osbert (1857 - 1939) foi um pintor francês que estudou na École des Beaux-Arts e nos estúdios de Henri Lehmann, Cormon Fernand e Bonnat Léon. O impacto do impressionismo encorajou-o a aliviar sua paleta e pintar paisagens ao ar livre, tal como nos campos de Eragny. Até o final da década de 1880 ele havia cultivado a amizade de vários poetas simbolistas e do pintor Puvis de Chavannes, que o levou a abandonar a sua abordagem naturalista e adotar o idealismo estético da pintura poética. Abandonando temas da vida diária, Osbert teve como objetivo transmitir visões interiores e desenvolveu um conjunto de símbolos pictóricos. Inspirado por Puvis, simplificou formas da paisagem, que serviram como pano de fundo para  figuras estáticas e isoladas dissolvidas numa luz misteriosa. A técnica pontilhista, emprestada de Seurat, um amigo do estúdio de Lehmann, desmaterializou formas e acrescentou luminosidade.
O ideal Rosacruz de "arte como a evocação do mistério, como a oração" encontra sua melhor expressão na figura virginal da fé, muitas vezes interpretada tanto como Santa Genoveva ou Santa Joana, situada num prado com um cordeiro e enredada em um brilho sobrenatural. Tais trabalhos foram elogiados por escritores simbolistas que o consideravam o "pintor da noite", um "artista da alma" e um "poeta do silêncio" devido a sua evocação de um clima de mistério e fantasia.


Vision, 1892

Esta pintura foi apresentada no Salão da Société Nationale des Beaux-Arts em 1892, antes de ser exposta no segundo Rose+Croix Salon que reuniu a elite dos artistas simbolistas. Uma apresentação posterior do trabalho, em 1899, fornece mais informações sobre a imagem: uma visão de Santa Genoveva, a padroeira de Paris.
Como muitas das pinturas de Osbert, esta usa uma faixa de azuis sem tentativas de realismo e nenhum desejo de ilustrar o papel do santo na defesa de Paris. Diferente da tradicional pintura religiosa, este trabalho, que atraiu muitos comentários de jornalistas e amantes da arte, foi considerado uma ilustração de um estado de alma.


The Muse at Sunrise
1918


Lyricism of the Forest
1883

Berthe Morisot


Berthe Morisot, por Édouard Manet

Berthe Morisot (1841 - 1895) foi uma pintora impressionista francesa.
Iniciou a sua formação com os mestres Chocarne-Moreau e Guichard e prosseguiu sob a tutela do pintor Corot. Também teve aulas de escultura com Millet. No ano de 1863 começou a pintar ao ar livre em Pontoise, onde conheceu os pintores Daubigny e Daumier. A esse período de intensa aprendizagem seguiram-se viagens pela Espanha e Inglaterra. Depois de conhecer Manet, posou para ele como modelo e apaixonou-se por Eugênio, irmão do pintor, com quem se casou. Depois de participar da primeira exposição dos impressionistas, em 1874, a pintora iniciou uma série de viagens de estudo pela Itália, Países Baixos e Bélgica. Suas obras foram apresentadas em 1886 em Nova Iorque, e um ano mais tarde na Exposição Internacional de Paris. A obra de Berthe Morisot representa uma reflexão afirmativa da obra de Manet, embora com pinceladas mais longas e suaves, com tendência para a verticalização, numa tentativa de organizar a composição.




A primeira aparição de Morisot no Salon de Paris veio com a idade de 23 anos em 1864, com a aceitação de duas pinturas. Ela continuou a se apresentar regularmente no Salão, com opiniões favoráveis, até 1873, um ano antes da primeira exposição impressionista.
Em 1874, Morisot casada com o irmão de Manet, Eugene, tiveram uma filha, Julie. Julie Manet se tornou o assunto para muitas das pinturas de sua mãe e um livro de suas memórias: O Diário de Julie Manet, publicado em 1987.
Como impressionista doutrinária, bem como um membro da alta burguesia, Morisot pintou o que ela experimentou em sua vida diária. Ela evitou cenas urbanas e de rua, bem como a figura nua e, como sua colega impressionista Mary Cassatt, focou na vida doméstica e em retratos em que ela poderia usar a família e amigos pessoais como modelos. Pinturas como The Cradle (1872), na qual ela representa tendências atuais para mobília do berçário, refletem sua sensibilidade para moda e publicidade.  Seus trabalhos também incluem paisagens, retratos, configurações de jardim e cenas de barco.


Hanging the Laundry out to Dry, 1875







On The Veranda


Eugene Manet and His Daughter at Bougival, 1881

15 de maio de 2012

Georges Lepape


Georges Lepape (1887-1971) nasceu em Paris, onde estudou na École des Beaux-Arts. Lepape foi um designer de moda, gravador e ilustrador, particularmente representativo nos anos de 1930 .Trabalhando como ilustrador para Paul Poiret, ele capturou antecipadamente o movimento que permitia uma maior liberdade física na moda feminina. Precursor da linha de luz, ele foi influenciado pelo Orientalismo, a miniatura persa e o balé russo. Em 1920, participou La Mode du XX siècle vue par les peintres no Musée des Arts, em Paris. Em 1926, ele foi convidado para ir a Nova York por Conde Nast, editora da Vogue EUA, onde ficou seis meses. Também foi colaborador de outras grandes revistas de moda da época: Harper's Bazaar, Vanity Fair, Femina, e Les Feuillets d'art.