25 de fevereiro de 2013
1 de fevereiro de 2013
Paperman
Paperman, um dos cinco filmes na disputa pelo Oscar de Melhor Curta de Animação.
O curta foi dirigido pelo estreante John Kahrs e oferece uma mistura de animação computadorizada com desenhos feitos a mão.
Via AdoroCinema
22 de janeiro de 2013
Alex Katz
Katz admitiu a destruição de mil pinturas durante seus primeiros dez anos como pintor, a fim de encontrar seu estilo. Desde 1950, ele trabalhou para criar uma arte mais livre. Ele tentou pintar "mais rápido do que podia pensar". Suas obras parecem simples, mas de acordo com Katz, elas são reduzidas, o que seria mais adequado à sua personalidade.
Katz é bem conhecido por suas pinturas de grande porte, cuja ousada simplicidade e cores intensificadas agora são vistas como precursoras do Pop Art. Suas pinturas são definidas por sua planicidade de cor e forma, sua economia de linha e um sedutor desapego emocional. A principal fonte de inspiração são as xilogravuras produzidas pelo artista japonês Kitagawa Utamaro.
A partir dos anos 1950, ele desenvolveu uma técnica de pintura em painéis de corte em madeira e alumínio, chamando-os "recortes".
"Samantha, Joey and Yolanda Kluge," 1976
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| Alex Katz em seu estúdio |
No início dos anos 1960, influenciado por filmes, televisão, publicidade e outdoors, Katz começou a pintar em grande escala, muitas vezes com rostos drasticamente cortados. Ada Katz, com quem se casou em 1958, tem sido objeto de inúmeros retratos ao longo de sua carreira.
Depois de 1964, Katz dedicou-se mais a retratar grandes grupos de figuras, e continuou a pintar esses grupos complexos até 1970, retratando o mundo social de pintores, poetas, críticos e outros colegas que o cercavam. Ele começou a desenhar cenários e figurinos para coreógrafo Paul Taylor em 1960, e pintou muitas imagens de dançarinos ao longo dos anos. One Up Vôo (1968) consiste em mais de 30 retratos de alguns destacados nomes da intelectualidade de Nova York durante o final dos anos 1960,
Em 1965, Katz também embarcou em uma carreira prolífica em gravura. Ele passou a produzir muitas edições em litografia, gravura, serigrafia, xilogravura e linóleo. Mais de 400 edições já foram impressas ao longo de sua vida.
O trabalho de Katz está nas coleções de mais de 100 instituições públicas em todo o mundo, incluindo o Museu de Arte de Honolulu; o Museu de Arte Moderna, Nova York; o Metropolitan Museum of Art, Nova York; o Whitney Museum of American Art, Nova York; o Smithsonian Institution, Washington, DC; o Carnegie Museum of Art; o Art Institute of Chicago; o Cleveland Museum of Art; a Tate Gallery, Londres; o Centre Georges Pompidou, Paris; o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid; o Metropolitan Museum of Art, Tóquio; o Nationalgalerie, Berlim; e o Museu Brandhorst, Munique.
Em 2010, Anthony d'Offay doou um grupo de obras de Katz para as Galerias Nacionais da Escócia e Tate.
Em junho passado, Katz completou 85 anos.
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| Homage to Frank O'Hara: William Dunas, 1972 |
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| Blue Umbrella, 1979 |
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| Sunset: Lake Wesserunsett 4, 1972 |
25 de dezembro de 2012
Miles Hyman
Artista, escritor e ilustrador, Miles Hymam cria imagens para livros, revistas, galerias e museus espalhados pela Europa e pelos Estados Unidos.
Nascido em Vermonter, ele estudou Artes Plásticas e Literatura em Buxton School e Wesleyan University.
Mudou-se para Paris em 1985, onde estudou Desenho em Paris Ecole des Beaux-Arts.
Ele começou ilustrando livros e revistas, mas passou a ser realmente conhecido por meio de suas ilustrações na publicação francesa Futuropolis.
Seus trabalhos já apareceram em diversas outras publicações, entre essas podemos citar Libération, Le Monde, Télérama, XXI, Muze, Marianne, Gallimard, Baleine, Actes Sud, Denoël, Casterman, FSG, Knopf, Viking, Chronicle Books, the New York Times, The Boston Globe e The New Yorker Magazine.
Miles Hymam
Nascido em Vermonter, ele estudou Artes Plásticas e Literatura em Buxton School e Wesleyan University.
Mudou-se para Paris em 1985, onde estudou Desenho em Paris Ecole des Beaux-Arts.
Ele começou ilustrando livros e revistas, mas passou a ser realmente conhecido por meio de suas ilustrações na publicação francesa Futuropolis.
Seus trabalhos já apareceram em diversas outras publicações, entre essas podemos citar Libération, Le Monde, Télérama, XXI, Muze, Marianne, Gallimard, Baleine, Actes Sud, Denoël, Casterman, FSG, Knopf, Viking, Chronicle Books, the New York Times, The Boston Globe e The New Yorker Magazine.
Miles Hymam
24 de dezembro de 2012
Lori Portka
Lori Portka, insatisfeita com seu emprego de professora, decidiu mudar seu estilo de vida: trocou a arte de ensinar pela arte de ilustrar. Diante dessa transformação, suas obras assumiram o papel de representar, por meio de seus traços leves e propositalmente infantis, os sentimentos que Lori - e todos nós, certamente - sempre buscou enfatizar em sua vida: a felicidade, o amor e a gratidão.
Para conhecer melhor o trabalho de Lori, acesse o site da artista.
Para conhecer melhor o trabalho de Lori, acesse o site da artista.
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