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16 de abril de 2012

Carnaval em décadas



Foliões em desfile de carnaval paulistano.


Cordões, escolas e ranchos no Carnaval SP. Desfile na Avenida Prestes Maia em 1969.

15 de abril de 2012

Dance Open

Bailarinos se apresentam no "Dance Open", festival internacional de balé, que acontece em São Petersburgo, na Rússia.



5 de novembro de 2011

Marquese Scott - NONSTOP

Marquese Scott é um dançarino de 29 anos, que atende pelo apelido de NONSTOP.  Ele atualmente vive em Lawrenceville, Georgia.  A música é Foster The People— Pumped Up Kicks (Butch Clancy Dubstep Remix).
Uma dança alucinante.


2 de setembro de 2011

100 anos de moda


O vídeo abaixo, dirigido por Jake Lunt, foi produzido especialmente para comemorar a abertura do Westfield Stratford City, o maior shopping center da Europa.
Em menos de dois minutos, o telespectador viaja por 100 anos de moda por meio de cenários da capital inglesa, figurino e trilha sonora típicos.
Via Zupi


14 de agosto de 2011

500 Anos de Dança italiana


500 Anos de Dança Italiana: Tesouros da Cia Fornaroli Collection, paga o tributo, documentando a história da rica dança italiana, da Renascença ao século XX. A coleção inclui centenas de desenhos, litografias, e muito mais.



500 Anos de Dança italiana
Tesouros do Cia. Fornaroli Collection 

Veja também: Jerome Robbins Dança Division - The New York Public Library for the Performing Arts.



2 de fevereiro de 2011

Galeria da bailarina


Nadezhda Gracheva
1969
Bolshoi Ballet


Galina Kirillova
1916 - 1986
Mariinsky Ballet 


Anastasia Goryacheva
- -
Bolshoi Ballet

Uma excelente coleção de fotos e uma homenagem as grandes bailarinas.
Imagens e informações foram coletadas principalmente a partir dos sites oficiais do Teatro Bolshoi, o Teatro Mariinsky (Kirov) e do Royal Ballet, além da Encyclopaedia of Dance e Ballet, O Dicionário Oxford de Dança e Enciclopédia Russa de Ballet.


 Galeria da bailarina - muitas fotos, informações e vídeos.

18 de dezembro de 2010

São Luiz do Paraitinga (SP) celebra sua preservação como patrimônio brasileiro


A cidade será palco de um espetáculo folclórico que vai exaltar a riqueza cultural da região

Neste domingo, 19 de dezembro, uma grande festa popular vai tomar as ruas de São Luiz do Paraitinga (SP). O evento terá início às 13h, no coreto da Praça Matriz, e seguirá uma extensa programação durante a tarde toda. Haverá show com as bandas Paranga, Estrambelhados, Novos Caipiras e Los Canteros, em meio a um espetáculo histórico, cultural, sacro e folclórico, que percorrerá o centro histórico com bonecões, congadas, dança da fita, moçambique, guiados pela Banda Marcial e a Fanfarra Municipal. A celebração está sendo promovida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Ministério da Cultura, para comemorar o tombamento do centro histórico anunciado no último dia 10.
A festa contará com a participação de toda a comunidade. As atrações lembram uma Via-Sacra (ato litúrgico da Igreja Católica Apostólica Romana), “puxadas”, em procissão, por bandeiras representativas às diversas manifestações religiosas e pagãs da história daquela cidade. Conduzidas por personagens folclóricas locais, as bandeiras guiarão o público para cada uma das estações culturais programadas para o evento. As bandas irão apresentar as famosas marchinhas luizenses que possuem musicalidade própria, sendo hoje objeto de estudo para muitos pesquisadores da área. 
O público poderá assistir a manifestações artísticas diversas, relacionadas às influências culturais dos escravos, aos rituais cristãos e ao folclore local. Marcarão presença bonecos gigantes, atores com perna-de-pau e histriões, que conduzirão o público durante todo o percurso da procissão cultural. Sendo uma cidade com tradição religiosa muito forte, o evento será encerrado com a celebração de uma missa campal nas estruturas de reconstrução da Igreja Matriz.
São Luiz do Paraitinga é palco de diversas atividades culturais. Local de todas as artes e de todos os artistas. Berço de personagens ilustres. Cidade musical por excelência! O evento é parte de uma campanha do Iphan e instituições parceiras para chamar a atenção para a cidade turística e seu rico patrimônio cultural. A festa será aberta a todos.

Serviço:
Procissão – São Luiz do Paraitinga, patrimônio brasileiro
Data: domingo, 19 de dezembro
Local: Centro histórico de São Luiz do Paraitinga (SP)
       início no coreto da Praça Matriz
13h -   cerimonial em homenagem ao tombamento nacional
13h30 – show com a banda Estrambelhados
14h –   cortejo comandado por atores, histriões, arautos e os bonecos gigantes até o Mercado Municipal para apresentação folclórica: congada imperial e moçambique
15h –   cortejo comandado pela banda municipal até a Igreja do Rosário
16h –   apresentação de grupos folclóricos no Largo do Rosário: dança da fita e moçambique
16h30 – fanfarra municipal comanda o cortejo até a Praça Matriz
17h –   Show com as bandas:
            Novos caipiras
            Los Canteros
            Paranga
Performance com o grupo teatral “No ato da rua”
19h –    Missa campal nas estruturas da Igreja Matriz
         musicada pelo Grupo “Semente”

Fonte: Ascom - Iphan/SP

Brasil é o convidado de honra do 3º Festival Mundial das Artes Negras, no Senegal



Por ser a nação com o maior números de negros fora do continente africano, o Brasil é convidado de honra do 3º Festival Mundial das Artes Negras, que se realiza em Dacar, capital do Senegal, costa oeste da África. “Brasil, terra da mestiçagem e da diversidade cultural, o festival será um símbolo da fecundidade e do diálogo entre os povos e as culturas” é o lema do evento, que se estende até o dia 31.

A primeira edição, realizada em 1966, também em Dacar, deu grande visibilidade aos anos de reconquista da dignidade dos povos negros em terras africanas, devolvidas havia pouco a seus habitantes. A segunda edição, em 1977, foi organizada pela Nigéria.



Na cerimônia de abertura, Doudou Ndiaye Rose comandou a percussão
 

O Brasil terá uma noite dedicada a suas riquezas musicais e outras manifestações artísticas – Chico César, Rappin Hood e a escola de samba Império Serrano estão entre os convidados. Espetáculos de dança e paradas populares inspiradas nos tradicionais festivais nacionais farão vibrar as ruas senegalesas. E, para que a festa seja total, restaurantes servirão especialidades brasileiras.

Um dos pontos mais importantes da participação do convidado de honra desta edição são as atividades na Ilha de Goree. De lá saíram cerca de 15 milhões de escravos, em sua maioria destinados ao Brasil. Por conta dessa história, a região tem muito respeito pelos sul-americanos.

Zulu Araújo, presidente da Fundação Palmares, responsável pela delegação do Brasil, comenta que os mais de 300 integrantes foram escolhidos para representar o maior grupo não só em quantidade, mas também em qualidade. Não há nomes do Rio Grande do Sul na comitiva, mas chama a atenção a frequência com que é citado o pesquisador e poeta gaúcho Oliveira Silveira, morto há dois anos, responsável pela instituição de 20 de novembro como data dedicada a Zumbi dos Palmares. Depois da descoberta, o Estado passou a ser visto como região que, além da colonização europeia, tem raízes negras.

Manoel Soares viajou ao Senegal a convite do 3° Festival Mundial das Artes Negras
.
manoel.soares@rbstv.com.br

Fonte: Zero Hora

30 de novembro de 2010

Danças da Indonésia e Artes relacionadas



Milhares de fotos de trajes da Indonésia, performances teatrais, dança e movimentos tomadas pelo estudioso Claire Holt, entre outros.

Coletados em viagens pela região na década de 1930 e posteriores.




Danças da Indonésia e Artes  relacionadas (link)

8 de outubro de 2010

Loïe Fuller

Loïe Fuller pintada por Toulouse-Lautrec (1892).


Cartaz do Folies Bergère de autoria de Jules Cheret.



Retrato de Loïe Fuller por Frederick Glasier (1902).


Loïe Fuller, nascida Marie Louïse Fuller (Fullersburg, hoje Hinsdale, 15 de janeiro de 1862 – Paris, 1 de janeiro de 1928) foi uma atriz e dançarina norte-americana, pioneira das técnicas tanto da dança moderna quanto da iluminação teatral. É a inventora da serpentine dance.




Este  curta foi o de número 765 no catálogo de Lumière e é de 1899. Mostra a famosa dançarina Loïe Fuller.

1 de setembro de 2010

Maurice Ravel



Um dos meus clássicos favoritos.
Em formato de animação.


Cartão de dança



Um cartão de dança, era usado por uma mulher para registrar os nomes dos homens com quem pretendia dançar cada dança sucessivamente em um baile formal. Eles parecem ter se originado no século XVIII , mas a sua utilização se tornou generalizada no século seguinte, em  Viena. Um cartão de dança real é tipicamente um folheto com uma capa decorativa, enumerando os títulos de dança, compositores , e a pessoa a quem a dama destina a dança.  Normalmente, ele tinha uma capa indicando a organização patrocinadora do baile e um cordão decorativo que podia ser anexado pela dama ao pulso ou a um vestido de baile. A partir do século XIX até a Primeira Guerra Mundial, os cartões de dança, para a elite do Império Austro-Húngaro foram muitas vezes muito elaborados, com alguns até incorporando  metais preciosos e porcelana.
Nos tempos modernos, a expressão cartão "dança" é frequentemente usada metaforicamente, como quando alguém diz "anote-me em seu cartão de dança", que significa "encontrar algum tempo para gastar comigo", ou, inversamente, o "cartão de dança de alguém está cheio" implica em não haver tempo ou interesse em outra pessoa.
Os cartões de dança permaneceram em uso também na década de 1920.
Veja abaixo algumas algumas fotos desses preciosos e raros cartões:

















































20 de abril de 2010

Nijinski: uma figura de sonho

Nijinski : uma figura de sonho

 

Não acreditaria num deus se ele não soubesse dançar!
Nietzsche


Foi belo como um deus mitológico e grande como uma figura de lenda. Sua vida voltou-se inteiramente para a dança. Isto é, “a arte de produzir e combinar movimentos”, tal e qual ele a definiu.

Foi, se assim se pode dizer, quem provocou o renascimento do bailado clássico, desde o século XVII, introduzido na Rússia, pelo Czar Alexei Mikailovitch, mas só verdadeiramente ressurgido com esse genial criador de ritmos, síntese de todos os artistas coreográficos, até então aparecidos no cenário do mundo.

Tão predestinado era, que um dia, havendo torcido o calcanhar e sendo examinado os raios X, estes mostraram ser a estrutura anatômica de seu pé muito próxima do sistema ósseo de um pássaro, levando o médico que o examinou a dizer que não se admiraria se um dia o visse voar, pois pela anatomia comparada o singular bailarino tinha, sob esse aspecto, mais característica de ave do que de homem!

Tudo isto, no entanto, haveria de ser fruto de um acentuado atavismo, porque antepassados do artista vinham, por sua vez, de outras gerações de mestres do bailado...

Marcado, assim, pelo estigma da glória, chegou Nijinski a ser o profeta, o guia, o evangelizador, capaz de criar um culto a que se devotaram inúmeros apóstolos da sua arte maravilhosa.

Criando, interpretando, escrevendo, às vezes, os seus próprios bailados, extasiou as platéias mais cultas de todos os recantos do globo, assombrando Paris numa época em que a música sofria as influências de Ravel, Stravinski, Debussy; a pintura, a de Picasso, a escultura, a de Rodin e a literatura, a de Marinetti...

Enquanto se reagia à influência do romantismo e Isadora Duncan criava, por assim dizer, uma arte nova, paradoxalmente regredida aos movimentos mais elementares da dança, Nijinski, revivendo nos moldes clássicos o bailado, impressionava as multidões...

A força que irradiava era tanta que Hoffmann passou a interpretar Chopin de maneira diferente, depois de o ver dançar as Sílfides e Debussy a querer escrever especialmente para ele, logo após assistir, deslumbrado, ao seu L’aprés-midi d’um Faune, em forma de bailado!

Por outro lado, aquela que foi mais tarde a sua esposa, não resistiu, um dia, ao vê-lo numa das suas criações famosas e, então, voltando os olhos para cima, balbuciou num sussurro de prece: “Grata, Senhor, que me permitistes viver neste século, para ver Nijinski dançar!”

Nijinski foi assim o supremo intérprete das idéias, através dos movimentos.

Depois de uma luta tremenda, que ela mesma conta em seu livro sobre Nijinski, Rômula (assim se chama) consegue, finalmente, casar-se com seu ídolo.

Mas, ao mesmo tempo em que se sente feliz de haver alcançado essa felicidade, teme perdê-la. Por quê? Não sabe. Pressentimentos, às vezes, a tornam triste:

“Meu Deus! Fazei Nijinski feliz!” É sua oração costumeira.

E desta forma os anos iam passando, de certo modo tranqüilos, entre a glória e a paz doméstica, já então acrescida de uma filha que mais unia aquelas duas vidas. É, então, a própria Rômula Nijinski quem escreve:

“Nossa vida íntima era idealmente feliz. Por vezes sentimentos estranhos me dominavam: parecia que as mulheres da mitologia deveriam ter experimentado as mesmas sensações que eu, quando se viam amadas por um deus. Enlevava-me o sentimento inexprimível de que Nijinski era mais que um ente humano. O êxtase de que ele era capaz no amor, como na arte, possuía uma qualidade purificadora e havia no seu ser qualquer coisa de inacessível, de impossível de ser atingido.”

Um dia, entretanto, parece que tudo se transforma. Nijinski principia a sofrer de horríveis dores de cabeça. Consultado um médico, este diz não se tratar de nada grave. Apenas chama a atenção para as glândulas, pois vê nas mesmas qualquer coisa que não o agrada.

Muito mais tarde, em conseqüência da guerra de 1914, o casal Nijinski vai repousar numa cidade da Suíça. Justamente por essa ocasião começam a surgir sintomas mais alarmantes. Já então, o pai implica com a própria filha e tem acessos de cólera com a mulher, coisa que até então nunca se havia dado. Às vezes, põe-se a correr através de fatigantes caminhos. Passa, depois, a ter crises de longos e incompreensíveis silêncios. Mergulha num mutismo impressionante. Começa a desenhar incessantemente e com uma rapidez fulminante conclui, em menos de três minutos, um desenho. Em seguida, abandona a mania dos desenhos e começa a escrever com obstinação. Anda pelas ruas com uma grande cruz no peito... Rômula o sente estranho mas atribui tudo isso a meros caprichos de artista, ou mesmo às crises existenciais, comuns em certas personalidades semelhantes.

Após longo período afastado dos palcos, e tendo os sintomas esquisitos desaparecido por completo, atribuindo-os a um simples esgotamento nervoso, certo dia pedem a ele para dançar em um recital de benemerência. Querem vê-lo dançar. Perto de duzentas pessoas já se acham reunidas no salão em que Nijinski irá reaparecer. Mas, para espanto de todos ele surge, apanha uma cadeira, senta-se e põe-se a olhar o público, como se estivesse a ler o pensamento de cada um dos espectadores. Todos estão como que suspensos por uma estranha emoção. Um silêncio profundo envolve a sala. Correm os minutos e a platéia parece hipnotizada. Os olhos do bailarino continuam cravados na assistência.

Daí a pouco, o pianista dá os primeiros acordes e faz de tudo para chamar a atenção de Nijinski. Mas, o homem não se move. É o momento, então, que Rômula, aproximando-se dele, diz-lhe, baixinho:

“Por favor! Por que é que você não começa?”

“Como? – respondeu, quase furioso. – Por que ousa me perturbar? Não sou máquina. Dançarei quando tiver vontade...”

Porém, daí a pouco Nijinski estremece. Parece tomado por uma força estranha e misteriosa e principia a dançar... Dançar aterradoramente. Apanha um tecido de veludo e com ele faz uma grande cruz no chão. Colocando-se em pé sobre o veludo, abre também os braços em cruz!

É o início do seu bailado trágico; mas antes de começá-lo, diz:

“Eu dançarei a guerra com todos os seus sofrimentos, suas destruições e suas mortes...”

E acrescenta:

“A guerra que não soubestes evitar e pela qual haveis de ser responsabilizados!”

Dito isto, dá um salto e rodopia no ar e dança, dança, dança...

A platéia está perplexa.

Quando parou de dançar, pareceu a todos que ele estivesse retornado de um outro plano... Havia um brilho impressionante em seu olhar...
  

VASLAW NIJINSKI

Da paixão à loucura  
NIJINSKI estudou na Escola Imperial de Ballet, em São Petersburgo (atual Leningrado), graduando-se em 1908. Logo em seguida foi escolhido por Serge Diaghilev como principal dançarino da companhia que apresentou em Paris em 1909. Dotado de uma técnica extraordinária, a ponto de ser chamado 'o deus da dança', 'a oitava maravilha do mundo' e 'o Vestris do norte' (referência ao bailarino francês Auguste Vestris, junto ao qual seria sepultado, no cemitério de Montmartre, Paris), Nijinski obteve grandes êxitos interpretando os balés "Petrouchka", "Le Carnaval", "Scheherazade" e "O Espectro da Rosa". Coreógrafo ousado e original, deixou, entre outras, as seguintes criações: 

  • L'Après-midi d'un Faune
  • A Sagração da Primavera
  • Till Eulenspiegel
Ao seu casamento com a condessa Romola Pulski, seguiu-se um dramático rompimento com Diaghilev e o cancelamento de seu contrato. Em 1929, Nijinski, acometido de distúrbio mental, abandonou o palco. Seu impressionante Diário, escrito em 1918/19, foi publicado por Romola em 1936.
Aos 29 anos, acometido por distúrbio mental (esquizofrenia), abandonou os palcos. A esquizofrenia do bailarino caracterizava-se, sobretudo pela desordem de pensamento. Essa marca é bastante evidente em trechos de seus diários: " Tenho uma copeira seca, porque sente. Ela pensa muito, porque foi dissecada no outro lugar onde ela serviu por muito tempo". Seu impressionante diário, escrito em 1919, foi publicado por Romola de Pulszki em 1936 Entretanto, nessa versão, Romola eliminou um terço dos textos originais, suprimindo todos os versos e vários trechos com passagens eróticas.
Nijinski passou por inúmeras clínicas psiquiátricas até completar os 60 anos. Morreu em uma clínica em Londres em 1950. Somente em 1995 uma edição integral dos originais de seu diário foi publicada na França, pela editora Actes Sud, graças ao consentimento da filha de Nijinski, Tamara.

Fonte: 
http://www.samamultimidia.com.br

17 de janeiro de 2010

Dervishes rodopiantes


Dervixes rodopiantes




Dervixes Rodopiantes, pertencentes à Ordem de Mevlevi (Ordem Sufi), que foi fundada por Mevlâna (1207-1273)

Esta ordem deve o seu nome ao poeta Jalal al-Din Rumi, chamado Mevlana em turco (século XIII). Encontra-se geograficamente circunscrita à atual Turquia e aos Balcãs.
Nas suas práticas dhikr atribuem grande importância à música e à dança.
O exercício de meditação da ordem, denominado sama, envolve a recitação de orações e hinos, após os quais os participantes realizam voltas à sala, numa dança em que abrem os braços à altura dos ombros, com a palma da mão direita virada para cima e a da mão esquerda para baixo. Os membros desta ordem são mais conhecidos no Ocidente como os "dervixes rodopiantes".









6 de janeiro de 2010

Fred Astaire



Fred Astaire em “Swing Time”. Um dos melhores momentos dele (e uma homenagem a Bill “Bojangles” Robinson). Uma das poucas vezes que Astaire usou truques de câmera num filme (ao dançar com a própria sombra).

21 de dezembro de 2009

Kwan Yin


"A Deusa da Misericórdia com seus Mil Braços", ou "A Kwan yin
de Mil Braços"



A dança foi apresentada por 21 bailarinas que se posicionavam numa longa fila, criando para os espectadores uma fabulosa ilusão de que era uma única deusa com múltiplos braços e pernas.
A inesquecível apresentação de gala da Companhia de Arte Performática Chinesa de Deficientes Físicos foi apresentada ao vivo pelo  canal de televisão China Central, em comemoração ao Ano Novo Chinês.
Estima-se que a audiência chegou a 1 bilhão de espectadores.

Kwan Yin é a Bodhisattva da Compaixão que tem mil mãos. Após iluminar-se, ela teve o merecimento de viver em dimensões mais elevadas, mas escolheu cumprir seu serviço espiritual aqui na terra emanando amor até que todos os seres se iluminem.  São essas suas palavras:

"Enquanto você for gentil e tiver amor no seu coração, mil mãos virão naturalmente em seu auxílio. Enquanto você for gentil e tiver amor no seu coração você terá mil mãos para auxiliar outros".

 Todas as integrantes desta companhia de dança são deficientes auditivas.
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