1 de julho de 2010

Christian Chaize

“Praia Piquinia”: uma reflexão sobre a  passagem do tempo. 

Durante um período de cinco anos, o fotógrafo Christian Chaize visitou regularmente uma pequena praia no sul de Portugal para criar as imagens que formam parte da série “Praia Piquinia”. Tomadas sempre do mesmo ponto elevado, as fotografías de Chaize nos mostram as mudanças que vão acontecendo neste lugar com o passar do tempo.

































30 de junho de 2010

Júnior Lopes

Júnior Lopes utiliza retalhos dos mais diversos tecidos e  confere novas cores e texturas a rostos muito familiares. Conheça melhor o trabalho do artista -- aqui no Flickr.


Jorge Amado

 
Andy Warhol

Mario Quintana 

Clarice Lispector

Oscar Wilde

 
Billie Holliday

 Marianne Faithfull

Acervo de brinquedos do MHN


Apesar de um jogo de xadrez e um brinquedo de corda que pertenceram a D. Pedro I estarem entre as primeiras peças do acervo do Museu Histórico Nacional, o início efetivo de uma coleção de brinquedos no museu data de 1986, com a incorporação de 135 soldadinhos de chumbo. Exatamente dez anos depois, outra doação é significativa, sobretudo por tratar-se de brinquedos populares: soldadinhos e veículos militares em plástico, uma boneca de pano, miniaturas de louça em ágata, quebra-cabeças e bonecos de celuloide. A partir de 1997, o MHN intensificou, segundo recomendação da Política de Aquisição de Acervo, a coleta e preservação de brinquedos, visando abrir espaço para a representação da criança em seu acervo. De alguns itens isolados à doação da maior fábrica de brinquedos do Brasil, a Estrela, cerca de 300 brinquedos integram o acervo do MHN. Conheça parte desta coleção. 

Xadrez
Provavelmente passou pelos reinados de D. Maria I e D. João VI. Deve ter pertencido a D. Pedro I, devido à inicial PI, que interessava-se muito pelo jogo de xadrez. 
Incorporado ao acervo do MHN em 1922.


Barco de Marfim
Brinquedo de corda todo em marfim, deve ter sido um dos ornamentos da famosa sala chinesa do Paço Imperial de São Cristóvão. De origem chinesa, representa um palácio flutuante, evocando o conturbado período da invasão Mandchu. Pertenceu a D. Pedro I. Incorporado ao acervo do MHN em 1922.


Baralho
Em miniatura, esse baralho era ofertado como brinde do "Mundo Lotérico" no início da década de 1940.


Figurinhas
Conjunto de cartões ilustrados na frente e no verso. Ao serem girados com as duas mãos, formam cenas pitorescas, dando a ilusão de movimento. Nesse caso, uma criança tomando banho e fazendo muito bagunça!
Década de 1920.


Aparelho de Jantar
Aparelho de jantar em porcelana na caixa original. 

Bonecas de pano e de porcelana
Da esquerda para a direita: conjunto de bonecas de pano feitas com sobras de tecido no interior do Maranhão na década de 1990 por mães para suas filhas; boneca em porcelana do final do século XIX e boneca de pano do início do século XX. 


 
Pega varetas
Jogo tradicional, fabricado pela Fábrica de Brinquedos Arco-Iris 


Pião e tijolinho mágico
Crianças de todas as épocas brincaram e brincam com o pião, um dos mais antigos brinquedos da humanidade. Esse exemplar é um pião sonoro contemporâneo em metal (o MHN também possui piões em madeira). Já o tijolinho mágico possibilita que a criança construa sua cidade imaginária.


 Filtro de água
Em barro e com torneirinha, filtrava realmente a água.
Década de 1930.









O Museu Histórico Nacional, criado em 1922, é um dos mais importantes museus do Brasil, reunindo um acervo de mais de 349.067 itens, entre os quais a maior coleção de numismática da América Latina.
O conjunto arquitetônico que abriga o Museu desenvolveu-se a partir do Forte de Santiago, na Ponta do Calabouço, um dos pontos estratégicos para a defesa da cidade do Rio de Janeiro.
Imagens: Museu Histórico Nacional - RJ
Fonte: MHN

28 de junho de 2010

Acelerando e brincando



1° Festival de Jazz de Pelotas

De 1 a 3 de julho, acontecerá o 1° Festival de Jazz de Pelotas, tendo como palco o Theatro Guarany. As maiores atrações serão Hugo Fattoruso e Hermeto Pascoal.
 
 
O Festival tem como objetivos possibilitar ao público em geral o contato e a apreciação dos mais variados gêneros musicais de forma eclética e imparcial, dando ênfase à improvisação como forma de manifestação artística; criar um ambiente de intercâmbio entre os participantes e deles com a população, que terá acesso aos espetáculos a preços populares, tornando o evento um acontecimento periódico e mais abrangente a cada edição.

O Festival integra as comemorações da semana de Pelotas e já faz parte do calendário oficial da cidade, que prepara intensa programação para os 200 anos em 2012, quando o Festival de Jazz estará em sua terceira edição. O 1° Festival de Jazz de Pelotas terá como padrinho o músico Geraldo Flach, como forma de homenageá-lo, tendo em vista sua reconhecia trajetória. O evento será realizado de 1° a 3 de julho, a partir das 19h30min, no Theatro Guarany, numa promoção da Prefeitura Municipal de Pelotas, Sesc e Clube de Jazz, com apoio do Diário Popular, Secult, Conservatório de Música da UFPel, Lifemed e Ecosul.


Para a abertura, dia 1°, está programado show de Gilberto Oliveira, seguido por Hugo Fattoruso & Rey Tambor; dia 2, Grupo Quebraceira e Geraldo Flach e Quinteto; dia 3, Celso Krause e Hermeto Pascoal. Ainda dia 2, às 15h, acontecerá workshop com Hermeto, no Conservatório de Música, com a abordagem de temas gerais sobre música, como: produção, criação, arranjo, além de assuntos mais técnicos, exemplificando: harmonização e solo.


O Festival tem como objetivos possibilitar ao público em geral o contato e a apreciação dos mais variados gêneros musicais de forma eclética e imparcial, dando ênfase à improvisação como forma de manifestação artística; criar um ambiente de intercâmbio entre os participantes e deles com a população, que terá acesso aos espetáculos a preços populares, tornando o evento um acontecimento periódico e mais abrangente a cada edição. O Festival integra as comemorações da Semana de Pelotas e já faz parte do calendário oficial da cidade.



Quinta-feira - 01/07: Theatro Guarany, a partir das 19h30


GILBERTO OLIVEIRA

Começou a carreira de músico como autodidata. Iniciou o estudo de violão clássico na Escola de Belas Artes, situada na cidade do Rio Grande, tendo como mestre o professor Jorge Mello. Teve também outros grandes mestres como Eduardo Castañera, Ary Piassarollo, Nelson Faria e Nico Assumpção. Guitarrista, violonista, baixista, compositor e arranjador, Gilberto Oliveira é um músico gaúcho bastante requisitado, atuando em palcos e estúdios. Músico há 29 anos e professor na Escola de Belas Artes há 25 anos, teve a oportunidade de dividir o palco e gravar com vários artistas brasileiros e estrangeiros. Atua como músico solo e trabalha com vários artistas como instrumentista, arranjador e produtor musical.

HUGO FATTORUSO & REY TAMBOR

Hugo Fattoruso nos teclados e vocais; Fernando Núñez, tambor chico; Noé Núñez, tambor repique; Diego Paredes, tambor piano. Em seu show, Hugo Fattoruso & Rey Tambor irá percorrer os três álbuns do grupo lançados até o momento: "Palo y mano", "Emotivo" e "Puro Sentimiento", um repertório que direciona o candombe a composições de músicos como Eduardo Mateo, Jaime Roos, Charly Garcia, Fernando Cabrera, entre outros, e alimentado com canções escritas por Hugo Fattoruso.

Rey Tambor pretende mostrar a arte do candombe: cadência, versatilidade e linguagem poética. Oferece uma amostra real de como jogar os três tambores: piano, chico e repique (que juntos formam uma corda básica) e dar vida a este ritmo afro-uruguaio. O repertório do grupo é composto por clássicos do candombe uruguaio por diferentes autores, algumas passadas de geração para geração e que nunca haviam sido gravadas em disco.


Sexta-feira - 02/07: Theatro Guarany, a partir das 19h30


QUEBRACEIRA

Formou-se em outubro de 2005, com a proposta de tocar no seu repertório a pura música instrumental brasileira. Inspirado pelo trabalho de Alegre Corrêa, Renato Borghetti, Dr. Cipó, Arismar do Espírito Santo e Hermeto Pascoal, o grupo já fez várias apresentações em projetos dentro da Cidade de Pelotas, incluindo projetos do Teatro Sete de Abril e da Fenadoce, além de diversas “jam sessions”. Além de composições próprias, o repertório do Grupo Quebraceira é composto de diversos compositores brasileiros, como Arismar do Espírito Santo, Hermeto Pascoal e Astor Piazzolla. O Grupo Quebraceira é formado por: Lucian Krolow na flauta transversal, Guilherme Ceron no contrabaixo e Hamilton Pereira no violão e guitarra. Além de músicos convidados como Ricardo Porto na bateria e Fernando Leitzke no piano.

GERALDO FLACH E QUINTETO

Há muito tempo, Geraldo Flach, o padrinho do 1° Festival de Jazz de Pelotas, tem realizado um trabalho consagrado com sua formação de quarteto. Assim, gravou vários dos seus discos, levando seu trabalho a inúmeros palcos do Brasil e do exterior. Preparando seu novo trabalho para 2010, Geraldo resolveu ampliar sua formação tradicional de quarteto para quinteto, com o ingresso do multi-instrumentista Fernando do Ó no grupo, baseado numa concepção sonora que valoriza a percussão e a diversidade de timbres.
O quinteto é formado por Geraldo Flach, piano acústico e teclados; Ricardo Arenhaldt, bateria e percussão; Ricardo Baumgarten, baixo e vocalise; Paulinho Fagundes, violão e guitarra e Fernando do Ó, percussão, vibrafone, bandolim e cavaquinho.

Sábado - 03/07: Theatro Guarany, a partir das 19h30


CELSO KRAUSE

É músico (guitarrista, compositor e arranjador) e pesquisador nas áreas da improvisação e da música popular e suas manifestações mais singulares, como o jazz e a música popular brasileira. Vem estudando música desde sua adolescência, ininterruptamente, mesmo sendo autodidata. Mantém um trio formado pelos instrumentistas Edinho Galhardi na bateria e percussão e o baixista Gilnei Oliveira, grupo este voltado quase exclusivamente a tocar composições próprias. No Festival, Krause contará com as participações especias de Zé Ricardo no violão, Renato Popó na bateria e percussão, Jortan Lima no cavaquinho e Jucá de Leon na percussão. O repertório do show será de músicas próprias e alguns clássicos do jazz e da música brasileira.

HERMETO PASCOAL

Nascido no estado de Alagoas, desde pequeno Hermeto fascinava-se com os sons da natureza. A partir de um cano de mamona fazia um pífano e ficava tocando para os passarinhos. E assim por diante. Morou em Caruaru, João Pessoa, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e por um período nos Estados Unidos, além de outros locais, sempre acreditando na música e apostando nela. Tendo a irreverência como uma de suas marcas e a música como sua paixão, Hermeto Pascoal nunca desistiu de acreditar. Atualmente, apresenta-se com cinco formações: Hermeto Pascoal e Grupo, Hermeto Pascoal e Aline Morena, Hermeto Pascoal Solo, Hermeto Pascoal e Big Band e Hermeto Pascoal e Orquestra Sinfônica. Diz ele que "por enquanto, é só".

Serviço


Local - Theatro Guarany: Lobo da Costa, 849.

Site: www.festivaldejazzdepelotas.com.br
Tel.: (53) 3225-7636 (teatro) 8412-0551 e 8143-6085.
Produção: Paulo Martins e Alexandre Mattos.
Imprensa: Maria Amália Nogueira.

Ingressos


Passaporte (3 noites): R$ 60,00; R$ 30,00 (meia) e R$ 54,00 ( assinantes do Diário Popular e acompanhantes).


Ingresso avulso: R$ 30,00; R$ 5,00 (comerciários); R$ 15,00 (meia) e R$ 27,00 (assinantes do Diário Popular e acompanhantes).