15 de maio de 2010

II encontro de Arqueologia de Mato Grosso do Sul


O II Encontro de Arqueologia de Mato Grosso do Sul, que será realizado entre os dias 17 e 21 de maio de 2010, no auditório do LAC/UFMS e também no MuArq – Museu de Arqueologia da UFMS, localizado no Memorial da Cultura e Cidadania Apolônio de Carvalho, em Campo Grande, terá como tema central a Arte Rupestre (grafismos pré-históricos). O evento contará em sua programação com palestras de pesquisadores de reconhecimento nacional e internacional; montagem de uma exposição de artes plásticas de curta duração, “Rupestre no Mato: A arte rupestre e suas relações com a arte contemporânea”; mesa-redonda integrada por pesquisadores, artistas plásticos e representantes de instituições culturais do Estado; apresentações de trabalhos científicos; visitas monitoradas ao MuArq (às exposições de longa duração e de curta duração); mostra de vídeos. O evento é aberto à participação de toda população e a inscrição, pessoal e gratuita, pode ser feita entre os dias 03 e 14 de maio de 2010 no MuArq.
O Mato Grosso do Sul reúne um dos mais expressivos potenciais arqueológicos do País, sendo considerado por diversos pesquisadores como uma região de extrema importância para compreender os processos de povoamento humano no Brasil Central.  O seminário terá, portanto, o objetivo de promover a divulgação das pesquisas já realizadas sobre esse potencial, bem como despertar o interesse do público para novas reflexões a respeito dessa temática científico-cultural. Afinal, compreender o passado do homem, em Mato Grosso do Sul, ultrapassa o sentido da pesquisa acadêmica, sendo que esta tarefa contribui para o sentimento identitário da população sul-mato-grossense, bem como acelera o processo de conscientização da sociedade para a preservação do patrimônio cultural do Estado.

O II Encontro de Arqueologia de Mato Grosso do Sul é uma realização do MuArq – Museu de Arqueologia da UFMS/PROPP e se realizará no âmbito da 8ª Semana Nacional de Museus, ao mesmo tempo, estará celebrando também o segundo aniversário de existência do MuArq. O evento conta com o apoio institucional do IPHAN/MS e da Fundação de Cultura do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.
 
A programação detalhada pode ser obtida no site: www.muarq.ufms.br.
Serviço:
II encontro de Arqueologia de Mato Grosso do Sul
Local: Auditório do Laboratório de Análise Clínicas – Muarq/UFMS - Campo Grande - Mato Grosso do Sul
Data: 17 a 21/05
Informações: (67) 3321-5751

 
Fonte: IPHAN

Luke Jerram



Aeolus, na mitologia grega, (Éolo, deus dos ventos, comandava todos os ventos), foi o nome escolhido por Luke Jerram, um designer britânico, para um projeto que une arquitetura, som e imagem.



Aeolus é uma pesquisa no campo da acústica, vento, luz e arquitetura. Destes fatores nasceu um conceito inspirado nas torres de vento de Yadz, usadas desde tempos antigos para captar ar fresco e refrigerar os edifícios.
Conjugando a tecnologia que permite o fluxo de ar no interior destas, com outro elemento ancestral, harpas eólias que ressoarão com o vento, a instalação permitirá que os visitantes possam ouvir dentro do espaço uma paisagem acústica tridimensional, provocando a percepção natural do som do vento sem necessidade de recorrer a quaisquer instrumentos elécricos ou qualquer amplificação. Mais ainda, centenas de tubos ocos deixarão passar a luz, e a própria forma semi-esférica do complexo, permitirá não só ter uma percepção melódica do exterior, mas também uma imagem fragmentada e extremamente direcionada da luz, trazendo o exterior para o interior.
A luz deixada passar pelos tubos e o som produzido pelas harpas permitirá ao público, posicionado estrategicamente no centro da estrutura, uma experiência única, podendo formar um mapa visual e auditivo, alterado dramaticamente a cada momento.




Aolus, inovador e arrojado, é um projeto que pretende alterar percepções do mundo que são normalmeente naturais e objetivas, evocando o passado mas buscando novas sensações.
Via Obvious

Lar Steampunk


Bruce e Melanie Rosenbaum de Massachusetts transformaram sua casa em um lar chamado Steampunk ModVic (Modern Vitoriano) 
Cada canto da casa e cada peça de mobiliário tem características steampunk: esculturas em madeira, móveis engrenagens, aço, ferro e decorações de bronze. 
Para quem (como eu) gosta do estilo: um banquete de imagens.


























O show das janelas




Criação 'iluminada' de estudantes da Universidade de Tecnologia de Wroclaw, Polônia. 

Candido Portinari



Portinari, Candido
Meu Primeiro Trabalho , 1921
óleo sobre tela, c.s.d.
25,5 x 23 cm
Coleção Particular


Candido Portinari (Brodósqui SP 1903 - Rio de Janeiro RJ 1962). 

Candido Portinari inicia sua formação artística na Escola Nacional de Belas Artes - Enba, em 1919, onde estuda com Lucílio de Albuquerque (1877 - 1939), Rodolfo Amoedo (1857 - 1941), Baptista da Costa (1865 - 1926) e Rodolfo Chambelland (1879 - 1967). Obtém o prêmio de viagem ao exterior em 1928 e segue para a Europa no ano seguinte. Conhece as obras dos mestres italianos Giotto (ca.1266 - 1337) e Piero della Francesca (ca.1415 - 1492) e da cena européia: Henri Matisse (1869 - 1954), Amedeo Modigliani (1884 - 1920), Giorgio de Chirico (1888 - 1978) e Pablo Picasso (1881 - 1973). 

Retorna ao Brasil no início de 1931. Trabalha com intensidade, pintando principalmente retratos, sua maior fonte de renda. O artista, em sintonia com a tendência do Retorno à Ordem na pintura internacional, explora poéticas diversas na retratística. Retrato de Maria (1932), em sua linearidade, indica uma aproximação com a obra de Modigliani e dos maneiristas. Já o Retrato de Sofia Cantalupe (1933) revela a influência do imaginário metafísico, em um clima mágico que também é encontrado, por exemplo, no Retrato de Mário de Andrade (1935). A produção de Portinari é variada em seus temas e em algumas telas apresenta lembranças de Brodósqui, jogos infantis e cenas de circo. As figuras são diminutas, sem rostos, contrastando com a imensidão da paisagem, na qual predominam os tons de marrom, como em Futebol (1935). Revela forte preocupação social, procurando captar tipos populares e enfatizar o papel dos trabalhadores.



Portinari, Candido
Homem Subindo em Escada de Corda , s.d.
nanquim, guache, grafite, sépia e crayon colorido sobre papel
26,3 x 14 cm
Coleção Particular 




Portinari, Candido
Retrato de Maria , 1932
óleo sobre tela, c.i.d.
101 x 82 cm
Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro, RJ)
Reprodução Fotográfica Marcel Gautherot



Portinari, Candido
Baile na Roça , 1924
óleo sobre tela, c.i.d.
97 x 134 cm
Coleção Particular 




Portinari, Candido
Futebol , 1935
óleo sobre tela, c.i.d.
97 x 130 cm
Coleção Particular
Reprodução Fotográfica Autoria desconhecida




Como relata o historiador Tadeu Chiarelli, Portinari, no início da carreira, declara a intenção de criar uma pintura caracteristicamente nacional, baseada em tipos brasileiros, manifestando admiração pela obra do pintor ituano Almeida Júnior (1850 - 1899). O ideal de Portinari encontra apoio nas idéias do escritor e crítico Mário de Andrade (1893 - 1945), que defende a necessidade da criação no Brasil de uma arte nacional e moderna. Como nota Chiarelli, para Mário de Andrade, em grande parte de suas pinturas, Portinari não está preocupado em retratar um brasileiro determinado (como faz Almeida Júnior no fim do século XIX), mas o brasileiro. Ao superar a pintura regionalista de Almeida Júnior, que antecede o modernismo, Portinari produz uma obra que possui esse caráter nacional e moderno, não apenas pelos temas tratados mas também por suas grandes qualidades plásticas. 



Portinari, Candido
Mestiço , 1934
óleo sobre tela, c.i.d.
81 x 65 cm
Pinacoteca do Estado (São Paulo, SP)
Reprodução fotográfica Lew Parrella



Portinari, Candido
O Lavrador de Café , 1934
óleo sobre tela, c.s.d.
100 x 81 cm
Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (SP)
Reprodução Fotográfica Autoria desconhecida



  Portinari, Candido
Café , 1935
óleo sobre tela, c.i.e.
130 x 195 cm
Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro, RJ)
Reprodução fotográfica Fábio Praça  - Observações:
Menção Honrosa de Segundo Grau na Exposição Internacional de Pittsburgh 




Portinari, Candido
Retirantes , 1936
óleo sobre tela, c.i.d.
73 x 60 cm
Coleção de Artes Visuais do Instituto de Estudos Brasileiros - USP
Reprodução Fotográfica Claudio Pulhesi 
 
Portinari revela, desde o início da carreira, admiração pela obra de Picasso, que é renovada na década de 1940, após a visão de Guernica. Seu trabalho passa a apresentar mais dramaticidade, expressando a tragédia e o sofrimento humano e adquire caráter de denúncia em relação a questões sociais brasileiras, reveladas em obras como as da Série Bíblica e Os Retirantes. Na Série Bíblica, em telas como O Último Baluarte (1942) e O Massacre dos Inocentes (1943), a presença de Picasso pode ser percebida no uso dos tons de cinza, na teatralidade dos gestos, na criação de um espaço abstrato, na deformação pronunciada e no choque constante entre figura e fundo. Já na Série Retirantes apresenta um tema recorrente em sua produção, utiliza elementos expressionistas, derivados também da Série Bíblica, embora com uma dramaticidade mais controlada. As telas são construídas com pinceladas largas e em composições piramidais, apresentando uma paleta dominada por tons terrosos e cinza, que realçam o caráter da representação. O artista expressa a tragédia dos retirantes por meio dos gestos crispados das mãos e das lágrimas de pedra. Há uma desarticulação das figuras, realizadas em um ritmo definido pelas linhas negras, com um fundo que tende à abstração em algumas obras.
Nos quadros O Mestiço e Lavrador de Café (ambos de 1934) os personagens são pintados em composições monumentais e predominam os tons de marrom da paisagem, na qual se destacam os campos cultivados ao fundo. Também em Café (1934), a figura humana adquire formas escultóricas robustas, com o agigantamento das mãos e pés, recurso que reforça a ligação dos personagens com o mundo do trabalho e da terra. Portinari realiza um conjunto de afrescos para o Ministério da Educação e Cultura - MEC (1936-1938), com tema ligado aos ciclos econômicos do país. Neles utiliza recursos derivados da poética do Renascimento italiano. Sua admiração pela obra de Piero della Francesca pode ser observada nos gestos imobilizados dos personagens e no desdobramento da figura em vários momentos do trabalho. 



Portinari, Candido
Cana , ca. 1938
Mural do MEC - Ciclo Econômico
afresco
280 x 247 cm
Palácio Gustavo Capanema (Rio de Janeiro, RJ




Portinari, Candido
Ferro , ca. 1938
Mural do MEC - Ciclo Econômico
afresco
280 x 248 cm
Palácio Gustavo Capanema (Rio de Janeiro, RJ)



Portinari, Candido
Namorados , 1940
óleo sobre tela, c.i.e.
60 x 73 cm
Coleção Particular



Portinari, Candido
Paisagem de Brodósqui , 1940
óleo sobre tela, c.i.d.
81 x 100 cm
Coleção Gilberto Chateaubriand
Reprodução Fotográfica Paulo Scheuenstuhl



Portinari, Candido
Navio Negreiro , 1950
óleo sobre tela
73 x 60 cm
Coleção Particular



Portinari, Candido
Denise com Carneiro Branco , 1961
óleo sobre madeira, c.i.d.
61 x 50 cm
Coleção Particular




Portinari, Candido
Dom Quixote , 1961
óleo sobre tela, c.i.e.
80 x 65 cm
Coleção Particular
 

Pinta, em 1941, os painéis para a Libary of Congress [Biblioteca do Congresso] em Washington D.C. (Estados Unidos), com temas da história do Brasil. Realizados em têmpera, com grande luminosidade, os painéis têm como protagonistas, mais uma vez, os trabalhadores, como em Descobrimento. Na década de 1950, as cores voltam à paleta de Portinari, que se torna mais clara. Os temas permanecem - as lembranças da infância, o drama do homem do povo e as paisagens. O artista pinta telas nas quais dialoga com a abstração geométrica, nem sempre de maneira positiva. Entre 1953 e 1956, realiza os murais Guerra e Paz (1953-1956) para a sede da ONU, em Nova York, obras de grandes dimensões, em que trabalha com uma sobreposição de planos. Esses murais apresentam um resumo da trajetória do artista, em termos de iconografia: neles estão presentes a mãe com o filho morto, os retirantes e os meninos de Brodósqui. Portinari falece consagrado como o artista brasileiro mais importante, posição que deixará de ser unânime nas décadas seguintes.



Histórico

Nascimento/Morte
1903 - Brodósqui SP - 30 de dezembro
1962 - Rio de Janeiro RJ - 6 de fevereiro - Envenenamento crônico provocado pelo contato com as tintas a óleo 

Formação
ca.1910 - Brodósqui SP - Realiza os primeiros estudos numa escola rural da cidade
ca.1913 - Brodósqui SP - Inicia-se na pintura, auxiliando na decoração da igreja matriz da cidade
1919 - Rio de Janeiro RJ - Estuda no Liceu de Artes e Ofícios
1919/1928 - Rio de Janeiro RJ - Estuda na Enba, onde cursa desenho figurado com Lucílio de Albuquerque (1877 - 1939) e pintura com Rodolfo Amoedo (1857 - 1941), Baptista da Costa (1865 - 1926). Nos últimos anos é aluno de Rodolfo Chambelland (1879 - 1967)

Cronologia
Pintor, gravador, ilustrador, professor 

1918/1962 - Rio de Janeiro RJ - Fixa residência
1929/1930 - Europa - Com o prêmio de viagem ao exterior, que recebe na Exposição Geral de Belas Artes, parte para Paris. Visita a Inglaterra, a Itália e a Espanha, percorrendo museus e galerias. Conhece os pintores Van Dongene e Othon Friesz
1936 - Rio de Janeiro RJ - Executa o primeiro mural para o Monumento Rodoviário, na estrada Rio-São Paulo
1936/1938 - Rio de Janeiro RJ - Ocupa a cadeira de pintura mural e de cavalete no Instituto de Arte da Universidade do Distrito Federal, organizada por Anísio Teixeira. Entre seus alunos, destacam-se Burle Marx (1909 - 1994) e Edith Behring (1916 - 1996)
1938 - Rio de Janeiro RJ - É convidado pelo ministro Gustavo Capanema (1902 - 1998) para pintar uma série de afrescos para o novo prédio do Ministério da Educação e Cultura - MEC, projetado por Lucio Costa (1902 - 1998)
1939 - Rio de Janeiro RJ - Executa três painéis para o pavilhão brasileiro na Feira Mundial de Nova York
1939 - São Paulo SP - Integra a Família Artística Paulista - FAP 
1940 - A Revista Acadêmica dedica-lhe número especial com reproduções de suas obras e depoimentos sobre o artista
1940 - Chicago (Estados Unidos) - A Universidade de Chicago publica o primeiro livro sobre o artista, Portinari: His Life and Art, com introdução do artista Rockwell Kent
1940/1959 - Ilustra os livros A Mulher Ausente, de Adalgisa Nery (1940); Maria Rosa, de Vera Kelsey (1942); Memórias Póstumas de Brás Cubas e O Alienista, de Machado de Assis (1943 e 1948); A Selva, de Ferreira de Castro (1955); Menino de Engenho, de José Lins do Rego (1959); O Poder e a Glória, de Graham Greene (1959); Terre Promisse e Rose de Septembre, de Andre Maurois, e Antologia Poética, de Nicolas Guillén (1961), entre outros
1941 - Washington (Estados Unidos) - Executa afrescos para a Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso
1942/1943 - São Paulo SP - Pinta a Série Bíblica para a Rádio Tupi
1943 - Rio de Janeiro RJ - Executa novos murais para o Ministério da Educação e desenha os azulejos para a decoração exterior do edifício
1944 - Belo Horizonte MG - Realiza mural e azulejos sobre a vida de São Francisco para a Capela da Pampulha. No ano seguinte, realiza Via Sacra para a mesma igreja
1944 - Rio de Janeiro RJ - Cria quarenta figurinos e cinco telões para o bailado Iara, da companhia Original Ballet Russe, cuja encenação é proibida pelo DIP
1945 e 1947 - São Paulo SP - Candidata-se a deputado e a senador pelo Partido Comunista Brasileiro, mas não consegue se eleger
1946 - Paris (França) - Recebe a Legião de Honra do governo francês
1947/1948 - Montevidéu (Uruguai) - Com a cassação do Partido Comunista, ao qual é filiado, viaja para fugir da perseguição aos comunistas
1948 - Montevidéu (Uruguai) - Pinta, em têmpera, o painel A Primeira Missa no Brasil, para o Banco Boavista do Rio de Janeiro
1949 - Pinta o mural Tiradentes
1950 - Varsóvia (Polônia) - Recebe a medalha de ouro concedida pelo júri do Prêmio Internacional da Paz pelo painel Tiradentes (1949)
1952/1956 - Executa Guerra e Paz, para a sede da ONU em Nova York
1953 - Batatais SP - Pinta uma série de telas para a igreja matriz da cidade
1954 - Executa painel dedicado aos Fundadores do Estado de São Paulo para o jornal O Estado de S. Paulo
1954 - Rio de Janeiro RJ - Realiza, para o Banco Português do Brasil, o painel Descobrimento do Brasil
1955 - Nova York (Estados Unidos) - Recebe a medalha de ouro concedida pelo International Fine Arts Council, como o melhor pintor do ano
1956 - Israel - Viaja a convite da Associação dos Museus e do Centro Cultural Brasil-Israel. Desenha paisagens e pessoas das regiões que percorre, reunidos no álbum Israel, publicado pela Editora Abrahams e pelo industrial Eugênio Luraghi
1956 - Nova York (Estados Unidos) - Por ocasião da inauguração dos seus painéis na sede da ONU, recebe o Prêmio Guggenheim
1957 - Nova York (Estados Unidos) - Recebe menção honrosa no Concurso Internacional de Aquarela, do Hallmark Art Award
1957 - Rio de Janeiro RJ - Começa a escrever o livro de memórias Retalhos de Minha Vida de Infância
1958 - Bruxelas (Bélgica) - É convidado para receber a Estrela de Ouro
1958 - Rio de Janeiro RJ - Escreve um livro de poemas editado por José Olympio em 1964, com textos introdutórios de Antonio Callado (1917 - 1997) e Manuel Bandeira (1886 - 1968)
1959 - Rio de Janeiro RJ - Pinta o mural Inconfidência Mineira para o Banco Hipotecário e Agrícola de Minas Gerais S/A
1960 - São Paulo SP - Executa painéis para o Banco de Boston
1966 - São Paulo SP - Avenida na Vila Jaguara recebe o nome de Candido Portinari
1970 - Brodósqui SP - A antiga residência do artista é transformada no Museu Casa de Portinari
1974 - Genebra (Suíça) - Lançamento de quatro selos comemorativos que reproduzem detalhes dos painéis Guerra e Paz
1979 - Rio de Janeiro RJ - João Candido, filho do pintor, implanta o Projeto Portinari, que reúne vasto acervo documental sobre a obra, vida e época do artista. O Projeto Portinari tem sede no Campus da PUC/RJ
2003 - São Paulo SP - Realização do espetáculo Porti-Nari: A Ópera, no Teatro do Sesc Ipiranga, em homenagem ao centenário do artista.

 
Daniel,
Obrigada por compartilhar o vídeo.
Sugestão aceita com muito apreço. 
Besos