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1 de fevereiro de 2013

Paperman


Paperman, um dos cinco filmes na disputa pelo Oscar de Melhor Curta de Animação.
O curta foi dirigido pelo estreante John Kahrs e oferece uma mistura de animação computadorizada com desenhos feitos a mão.
Via AdoroCinema

11 de outubro de 2011

Paris - filme de 1900 - Thomas Edison



 

Paris - 1900 - por Thomas Edison 
Edison fez este vídeo em 29 ​​de agosto de 1900 por ocasião da Exposição Universal.

Você pode ver a Torre Eiffel, o elevador, a Esplanada dos Inválidos e a praça da Concórdia.

5 de maio de 2011

20 anos do clássico Edward Mãos de Tesoura


Para comemorar o aniversário de 20 anos do clássico filme Edward Mãos de Tesoura - Tim Burton -  estrelado por Johnny Deep e Vinona Ryder, o artista Seb Mesnard criou um blog onde pediu a artistas talentosos de todo o mundo trabalhos inspirados na história de seus personagens. A exposição destaca as obras de mais de 40 artistas, em vários tipos de mídias diferentes, incluindo pinturas, desenhos, gravuras e esculturas.


















16 de dezembro de 2010

Charlie Chaplin - cartazes

Cinemacom oferece um excelente arquivo com cartazes de cinema. Ficção científica, noir, westerns, vintage, além de uma maravilhosa coleção que mostra cartazas de filmes mudos. Abaixo, o encantador Charlie Chaplin.














12 de dezembro de 2010

Waste Land

Documentário Waste Land, um projeto realizado pelo artista brasileiro Vik Muniz, com produção de Fernando Meirelles.
Trabalho muito interessante sobre o maior depósito de lixo a céu aberto do planeta. As fotografias produzidas são vendidas e a renda é revertida para os catadores e para a recuperação do local.
O trailer abaixo é fantástico e o conceito do filme é super inspirador.






22 de novembro de 2010

Rembrandt - filme

Sinopse: No ano de 1642, em Amsterdan, o grande pintor Rembrandt Van Rijin (Charles Laughton) desfruta de uma vida cheia de fama e fortuna, mas com a morte de sua esposa/musa, seu trabalho encontra a escuridão. Falido e desolado, ele encontra consolo nos braços de uma bela jovem, Hendrickje (Elsa Lanchester), uma empregada de sua casa. Agora, oferecida uma segunda chance a ele no amor, Rembrandt irá tomar coragem e superar os seus demônios? O premiado e excepcional ator Charles Laughton nos presenteia com uma atuação maravilhosa e convincente de um dos maiores pintores da história da arte.







Gênero: Clássico
Atores: Charles Laughton, Gertrude Lawrence, Elsa Lanchester...
Idioma: Alemão, Legendas Português, Inglês, Espanhol,
Ano de produção: 1936
Direção: Alexandre Korda
País de produção: Inglaterra,
Duração: 85 min.
Distribuição: Continental Home Vídeo - p&b

15 de novembro de 2010

Jackson Pollock - filme


Sinopse
Em agosto de 1949, a revista Life publicou em sua capa uma manchete dizendo: "Jackson Pollock: Será ele o maior artista vivo dos Estados Unidos?". Já conhecido no mundo da arte de Nova York, Pollock agora passava a ser conhecido nacionalmente como a primeira celebridade americana no mundo das artes plásticas e seu estilo corajoso e radical de pintura ditava os rumos da arte moderna. Mas os tormentos que atingiam Pollock em toda sua vida e que o ajudaram no início de carreira a criar sua arte original começaram a afligí-lo cada vez mais. Lutando contra si mesmo, Pollock entrou então numa espiral decadente que fez com que destruísse seu casamento, sua promissora carreira e sua própria vida.


Premiações
- Ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante (Marcia Gay Harden), além de ter sido indicado na categoria de Melhor Ator (Ed Harris).
Curiosidades - O ator Ed Harris se preparou durante 10 anos para interpretar o pintor Jackson Pollock.
Ano de Lançamento (EUA): 2000

13 de novembro de 2010

Amadeo Modigliani - filme



Andy Garcia personifica o doce e boêmio pintor italiano Amedeo Modigliani, quando este habitava numa espelunca em Paris. Seus casos, seus quadros, suas brigas com Picasso. Tudo retratado com muita poesia. Com muita singeleza e autenticidade. 
Amedeo Mogigliani foi um dos principais integrantes da Escola de Paris, que marcou a pintura da primeira metade do século XX com suas figuras alongadas, que se destacam pelo despojamento e pela estilização. O filme em questão trata dos últimos anos de sua vida, apaixonado pela arte de viver.

Andy Garcia protagoniza Modigliani e consegue deixar à flor da pele toda a sua loucura, sua intensidade e personalidade inquieta. O filme todo é uma mescla de alegrias e angústias, expectativas e frustrações. Elza Zylbertein, emociona ao interpretar Jeanne Hébuterne, mulher de Modigliani.

Um filme para todos os que se deixam tocar pela paixão, pela revolução e acima de tudo pela arte.


Ano: 2004

Leonardo da Vinci




A Vida de Leonardo da Vinci é considerado o melhor e mais completo filme sobre esse grande mestre. Uma superprodução milionária da RAI filmada nas locações reais nas quais viveu o artista, e baseada numa meticulosa pesquisa histórica. Esta edição especial em DVD duplo apresenta a minissérie completa em versão restaurada e remasterizada, com mais de cinco horas de duração. Conheça toda a história de Leonardo da Vinci (1452-1519), de sua infância em Florença à sua morte na França, incluindo sua rivalidade com Michelangelo e a amizade com Botticelli. Acompanhe o processo de criação de suas principais obras-primas, como A Última Ceia e Mona Lisa, seus desenhos da anatomia humana e suas inúmeras invenções. Além da atuação magistral de Philippe Leroy como da Vinci, essa obra monumental tem como destaque a direção de Renato Castellani, vencedor da Palma de Ouro em Cannes diretor de outra monumental série: A Vida de Verdi (1981)
Ano de lançamento: 2005

28 de outubro de 2010

Cineasta anuncia versão multimídia de obra de Da Vinci





Uma versão multimídia de A Última Ceia, de Leornardo Da Vinci, obra do cineasta Peter Greenaway, será apresentada em dezembro próximo em Nova York, anunciou esta quarta-feira (27) a galeria Arsenal de Park Avenue.

A enorme sala de exposições, situada na avenida mais sofisticada de Manhattan, anunciou em comunicado que a mostra será a primeira apresentação nos Estados Unidos da obra multimídia de Greenaway, que estreou na Europa.
A experiência multimídia constitui uma "manipulação de luz, som e ilusão teatral", que cria "entornos audivisuais dinâmicos para suscitar diferentes formas de ver a obra de Leonardo", ressaltou a Arsenal.
A mostra inclui um "clone" ou réplica exata do mural pintado no século XV na parede do refeitório do convento de Santa Maria Delle Grazie, de Milão, considerado uma das obras de arte mais importantes do Ocidente.
A obra original tem 4,6 metros de altura por 8,8 metros de largura, assim como a versão "revisitada" por Greenaway, que será exibida entre 3 de dezembro e 11 de janeiro do ano que vem na grande sala nova-iorquina.
Imagens e luz projetadas sobre o "clone" da Última Ceia, acompanhada de vozes, imagens e sons, darão vida nova à obra-prima.
Primeiro, os visitantes assistem, durante 40 minutos, a uma colagem visual e sonora sobre a pintura renascentista.
Em seguida, passam a uma sala que recria o refeitório do convento milanês para contemplar a reprodução em escala real da obra original, antes de passar por outra experiência multimídia, também assinada por Greenaway, sobre a tela Bodas de Canaã, de Veronese.
"Peter Greenaway conduz o visitante por experiências coreográficas que constroem e desconstroem a obra de Leonardo em uma incrível fantasia multimídia", disse Rebecca Robertson, presidente da Arsenal de Park Avenue.
Greenaway já fez experiências semelhantes, em 2006, com Ronda Noturna, de 2006, em Amsterdã; com a mesma Ceia de Leonardo, em 2008, no convento milanês, e no ano passado com Bodas de Canaã, de Veronese, na Bienal de Veneza.
A pintura é uma arte onipresente na obra multimídia de Greenaway. O cineasta galês realizou, entre outros filmes, A Barriga do Arquiteto (1987), O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante (1989) e O Livro de Cabeceira (1996). 


fonte: Terra

26 de outubro de 2010

Movie Posters


Design da Moxy Creative - por James Alexander Mathers e Andrew Lau - , aqui está uma coleção de cartazes de cinema redesenhados e inspirados no estilo masculino. Usando roupas e objetos marcantes dos personagens, estes cartazes contêm filmes famosos, como American Psycho, Shaun of the Dead, The Shining e The Usual Suspects. 




23 de outubro de 2010

Baraka


Baraka é um filme sem palavras, atores ou um enredo. Em vez disso, incríveis imagens instigantes de todo o mundo mostram a beleza e o caos gerado pela natureza e os seres humanos.
Baraka contém algumas imagens que você vai reconhecer, muitas que você não vai, mas vai mudar a maneira como você pensa.

Filmado em 24 países e com uma trilha sonora global em constante mudança, o filme extrai algumas conexões surpreendentes entre vários povos e os espaços que habitam. 

A falta de contexto é por vezes frustrante - não sabendo onde foi filmado uma parte, ou o significado de um determinado ritual . No entanto, o DVD inclui um pequeno detalhe de bastidores no qual o cineasta Ron Fricke (Koyaanisqatsi) explica que o efeito foi intencional: 


"Não é onde você está que é importante, é o que está lá.".


 Baraka - trailer



Baraka transcende as barreiras de localização, etnia, língua e crença. E por falar na linguagem universal do cinema, fornece uma exploração mediadora entre o ser humano e uma nova compreensão do mundo em que vivemos.
Baraka é uma antiga palavra Sufi, que pode ser traduzida como uma bênção, respiração, ou a essência da vida, desde que o processo evolutivo se desenrola. Para muitas pessoas, Baraka é o filme definitivo neste estilo.


Parte 1


Parte 2



Para ver na íntegra, acesse o Link


Banksy - “Exit Through the Gift Shop”


Grafite, capitalismo, mercado e cultura pop são mote de documentário

Um dos nomes mais importantes e subversivos da arte contemporânea, Banksy permanece um mistério, sem identidade. O grafiteiro britânico nunca veio a público – só se comunica através de porta-vozes – e, quando aparece em vídeos, tem sempre o rosto escondido e a voz alterada digitalmente. Acredita-se até que ele nem exista, seja um coletivo centralizado numa figura mítica, um fenômeno pop para desafiar o sistema. Ele luta para não ser assimilado – a abertura recente em "Os Simpsons" prova isso – e sua estreia no cinema vai por esse caminho. Na programação da Mostra Internacional de São Paulo, o documentário “Exit Through the Gift Shop” faz uma crítica à arte, ao consumismo, à mídia, com surpreendente desenvoltura e bom humor, como suas próprias obras.
Logo no início, depois do logo da Paranoid Pictures (brincadeira com a montanha da Paramount), vemos imagens de grafiteiros em ação – escalando prédios, interagindo com placas na rua, fugindo da polícia – naquele que, nos contam, é o “maior movimento de contracultura desde o punk”. Nos primeiros minutos, Banksy, coberto por um capuz, trata de se explicar. A ideia, originalmente, era de que ele fosse o tema do filme, mas mudou de ideia quando seu documentarista, o francês Thierry Guetta, se revelou “muito mais interessante do que eu”. Não é bem o caso, como se descobre mais tarde.
Ex-vendedor de roupas radicado em Los Angeles, Guetta tinha desde a década de 1980 uma compulsão por filmar tudo, sem muita inteligência – era quase um retardo mental. De celebridades à família, achou um foco quando começou a acompanhar o trabalho do primo, Space Invader, que cola em prédios e calçadas os bichos pixelados do videogame. A partir daí, entrou em contato com o universo dos artistas de rua e documentou a gênese dessas obras de vida curta, em vários lugares do mundo. Conheceu Shepard Fairey – o criador da famosa imagem de campanha de Barack Obama – e, através dele, Banksy, de quem ganhou a confiança.
Taxado como “terrorista da arte” pela imprensa, as obras de Banksy aparecem de forma generosa no filme – as intervenções nos muros que separam Israel e Palestina, um preso inflável de Guantánamo na Disney, as colagens nas galerias britânicas, a “morte” de uma cabine telefônica –, mais para mostrar a transformação que a arte de rua sofreu no mercado por sua causa nos anos 2000. De repente, leilões começaram a oferecer, ao lado de Picasso, Mondrian e Paul Klee, as intervenções de Banksy. Quando a cabine telefônica foi arrematada por meio milhão de dólares, uma mudança estava em curso.


Thierry Guetta: o vazio da arte atual
Guetta tentou transformar 10 mil horas de gravação em algo aproveitável e entregou, segundo Banksy, um filme que parecia feito por “alguém com problemas mentais segurando uma câmera”. Aconselhado pelo amigo a tentar ele mesmo fazer sua arte, Guetta, obsessivo, virou Mr. Brainwash. Emulando tudo o que viu ao longo dos anos, sem qualquer originalidade, elaborou um plano megalomaníaco para virar “the next big thing” em Los Angeles, e conseguiu. Adotado pela mídia – e por Madonna, para quem desenhou a capa da coletânea “Celebration” –, virou uma estrela do dia para a noite. Mais do que isso, um artista.
“Exit Throught the Gift Shop”, como se vê, vai além de retratar a arte de rua. Mostra como é fácil se tornar hype, fazendo a coisa certa, e criar um discurso de modernidade e crítica a partir do vazio. Sem contar o próprio consumismo que tomou conta do mundo da arte, como o próprio título entrega: a saída dos museus, invariavelmente, passa pelas lojas de souvenirs. Walter Benjamim já falava disso há décadas, mas Banksy não quer saber de teoria: deixa claro que tudo virou um circo sem sentido, e por que não rir disso?
Ele é, sim, crítico, corrosivo e quer chamar a atenção para o problema, mas tirar sarro faz parte do processo. Tanto é que até agora não se descarta a possibilidade de tudo que envolve Mr. Brainwash ser mais uma brincadeira do grafiteiro. Sem previsão de estreia no Brasil, “Exit Throught the Gift Shop” provoca tanta reflexão, ou mais, quanto um passeio de horas pelos três andares da Bienal de São Paulo. 




Assista ao trailer internacional de “Exit Through the Gift Shop”:



Serviço – “Exit Through the Gift Shop” na Mostra de São Paulo
Unibancio Arteplex 1, 23/10 (sábado), 23h40, sessão 111
Belas Artes 2, 26/10 (terça), 19h50, sessão 464
Espaço Unibanco 3, 29/10 (sexta), 19h50, sessão 763



 Fonte: Último Segundo

8 de outubro de 2010

Destino - baseado na obra de Salvador Dali e produzido pela Disney

O curta “Destino” baseado na obra de Salvador Dali e produzido pela Disney, teve início no final de 1945 e foi retomado em 1999 por Roy Edward Disney, sobrinho de Walt. O universo de Dali, aliado ao estilo único criado pelo estúdio Dysney, resultou nesta obra de arte belíssima. 






16 de agosto de 2010

Lanterna Magica

História: artigos interessantes sobre a história da lanterna mágica, os inventores, a mais antiga lanterna mágica do mundo. 







Magic Lanterns -  Lanternas mágicas, classificadas por tipo, fabricante, iluminação e demais acessórios.


29 de julho de 2010

I am Beautiful




Divertida animação criada para a categoría de "Melhor Stop Motion" da  University of Glamorgan Glammies.
Na parte final aparece eo "famoso" Wilhelm, que nada mais é além do som mais usado nos filmes de Hollywood desde 1951. 





Aqui podes ver uma pequena mostra de cenas onde foi utilizado este som.


28 de julho de 2010

THE ILLUSIONIST

Novo filme do diretor francês Sylvain Chomet, o mesmo diretor de ” Les Triplettes de Belleville” (premio de Cannes em 2003),
Vale conferir.


23 de julho de 2010

Borboleta - 13º CinemAmbiente

Elaborada a partir de papel, alumínio, vidro, plástico e resíduos orgânicos, esta maravilhosa borboleta significa necessidade da vida cotidiana, tais como eliminação de resíduos e reciclagem. Ousada e surpeendente, essa confusão de tons de coloração intensa, sob a forma de uma borboleta, nos mostra o renascimento, o inanimado transformado em algo útil e vivo.
Imagem do festival de cinema " 13º CinemAmbiente"