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10 de maio de 2010

Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular



Visita virtual


Faça uma visita virtual por alguns dos espaços do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP). Clique no LINK

4 de maio de 2010

Museu de Arte Pré-colombiana e Indígena



O Museu de Arte Pré-colombiana e Indígena (MAPI): está localizado na Rua 25 de Mayo, Ciudad Vieja, em Montevidéu, Uruguai. Possui um valioso acervo arqueológico e etnográfico dos povos originários da América. Exibe, preserva e conserva expressões culturais de crenças e tecnologia destes povos.


Museu de Arte Pré-colombiana
e Indígena

O edifício foi projetado por Emilio Reus no final do século XIX, declarado Monumento Histórico Nacional em 1986, de arquitetura eclética.
Organiza importantes exposições anuais de arte pré-colombiana, arte moderna, fotografia, etc. Ao longo do ano, o museu organiza diversas atividades vinculadas às exposições e a temas do museu (conferências, workshops e seminários, espaço para a divulgação, o diálogo e o intercâmbio entre especialistas e o público).
O museu tem também uma proposta para instituições educativas e recreativas, de responsabilidade de uma equipe interdisciplinar composta por professores com formação em arqueologia, história, artes visuais, artes plásticas, oficinas e professores. Entre sua proposta pode-se mencionar: visitas guiadas às exposições, workshops de Abordagem à Pré-História, Arte Rupestre, Arqueologia, Cerâmica, Conscientização e expressão. Teatro para crianças "Paso la piedra y no la recibo" por La Rueda Teatro.


Canoa extraída do Rio Queguay no ano de 1941. 
Data (pelo método de carbono 14) 1628 - 1810 Dc.
Corresponde a alguns grupos indígenas que se moviam neste territorio.


 Interior do Museu


Salas
  • Sala permanente, térreo. Memórias ancestrais, arte e arqueologia do Uruguai.
  • Sala permanente, térreo. Arte pré-colombiana.
  • Exposição temporária: A Morte Ilustrada. Exposição de gravuras de José Guadalupe Posada.
  • Sala de fotografia, primeiro andar. Mercado. Reportagem fotográfica. Nancy Urrutia
  • Livraria e loja, térreo. Publicações próprias especializadas, cartazes, postais, artesanatos.

3 de maio de 2010

MoMA

Este vídeo mostra – em apenas dois minutos – todas as pinturas que estavam expostas no MoMA no dia 10 de abril de 2010. Vejam só:

26 de abril de 2010

Museu subaquático


Você já visitou um museu subaquático? Eu tenho que admitir que essa idéia soa emocionante.
O Museu subaquático será colocado no Parque Nacional Costa Ocidental de Isla Mujeres em Cancun. Cancun já é conhecido como um dos destinos turísticos mais atraentes do planeta e quando concluir este museu se tornará mais atraente, certamente.
Este lugar é visitado por mais de 700 mil turistas a cada ano. Quando o museu estiver concluído, haverá cerca de 400 diferentes esculturas de concretono local.

Confira algumas imagens:



9 de abril de 2010

O complexo de Museus e Centros Associados da FURG


A Universidade Federal do Rio Grande tem por regimento uma opção prioritária pelo mar. Nesse sentido, tem sido particularmente significativa a contribuição de seu complexo de museus e centros associados, tanto por meio de exposições permanentes e itinerantes quando pela sua capacidade de dialogar com a comunidade, acrescendo-lhe a vontade de descobrir o mundo oceânico e mobilizando-a para a defesa do patrimônio marítimo costeiro nacional.

O Complexo de Museus e Centros Associados, formado pelo Museu Oceanográfico “Eliézer de C. Rios”, Museu Antártico, Eco-Museu da Ilha da Pólvora, Museu Náutico, Centro de Recuperação de Animais Marinhos – CRAM e Centro de Convívio dos Meninos do Mar – CCMar, complementam a missão da Universidade, tanto no que se refere a formação de professores e estudantes quanto a extensão, a pesquisa e a divulgação.

Eco Museu da Ilha da Pólvora

Inaugurado em 22 de abril de 1999, o Eco-Museu da Ilha da Pólvora. faz uma leitura e apresenta uma exposição sobre a história natural do estuário do Rio Grande.

A Ilha da Pólvora, patrimônio do Exército Brasileiro localiza-se no estuário da Laguna dos Patos e possui 42 hectares de marismas, que são áreas periodicamente alagadas pela maré e servem de habitat para várias espécies de aves, roedores, moluscos, crustáceos, larvas e juvenis de peixes.














Essas marismas estão bem preservadas e, por isso, são utilizadas com objetivos educacionais e científicos.
Neste museu também são desenvolvidos diversos trabalhos científicos de graduação e pós-graduação, dentre os quais se destacam estudos sobre a vegetação, crustáceos, aves e roedores.

Museu Náutico

O Museu Náutico, inaugurado em 9 de abril de 2003 e revitalizado em 13 de junho de 2007. Sua exposição destaca o Rio Grande como uma cidade histórica e marítima, realçando sua íntima relação com o mar e com o estuário da Laguna dos Patos.












Tem como objetivo resgatar, preservar e divulgar a cultura e o conhecimento náutico local, valorizando o trabalho humano vinculado a esta cultura e dignificar a atividade daqueles que vivem do mar.Seu acervo se constitui de embarcações, equipamentos de navegação, pesca e sinalização náutica, mapas e maquetes, que atendem aos modernos princípios da museologia.  


MUSEU ANTÁRTICO

Inaugurado em 7 de janeiro de 1997, o Museu Antártico mostra um pouco da vida no continente gelado e a significativa presença do Brasil na Antártica.


Anexo ao Museu Oceanográfico, o prédio do Museu Antártico constitui-se de uma reprodução das primeiras instalações da Estação Antártica "Comandante Ferraz".




Seu acervo conta com diversos painéis, otimizados por fotos que detalham a história da conquista daquele continente, a dinâmica dos mares e vida no Pólo Sul, bem como o esforço brasileiro em manter uma base num ambiente tão inóspito.Estão incluídas na sua exposição, alguns objetos utilizados pelos
brasileiros e amostras geológicas e biológicas da Antártica.

 

Museu Oceanográfico



O Museu Oceanográfico "Prof. Eliézer de Carvalho Rios" deu origem ao Complexo de Museus e Centros Associados da Universidade Federal do Rio Grande.

Fundado em 8 de setembro de 1953, mantém uma exposição pública sobre a vida e a dinâmica dos oceanos, apresentada em painéis, maquetes, aquários e diversos equipamentos utilizados em pesquisas oceanográficas.

Nos painéis das salas do Museu
são apresentadas várias conchas, que enriquecem a sua coleção de moluscos (atualmente com 51.000 lotes).





Esta coleção, considerada a mais importante da América do Sul, foi organizada pelo Diretor Fundador do Museu Oceanográfico, o Professor Eliézer de Carvalho Rios.

4 de março de 2010

Ruínas vão virar espaço cultural em Jaguarão



Militares limpam área da antiga Enfermaria Militar, construída em 1880, no Cerro da Pólvora. No local, será criado o Centro de Interpretação do Pampa, preservando as ruínas.
Está em ritmo acelerado o trabalho das equipes que fazem o projeto arquitetônico e a concepção museológica e museográfica do Centro de Interpretação do Pampa. A criação do local se deve a uma parceria, assinada no final de janeiro, entre a Universidade Federal do Pampa (Unipampa), a Prefeitura de Jaguarão e a empresa Brasil Arquitetura, de São Paulo. Esta fará o projeto arquitetônico e museográfico. O município está incluído no Programa de Aceleração do Crescimento das cidades históricas e no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A estimativa é que o Iphan libere R$ 7 milhões.
O local do museu será as ruínas da antiga Enfermaria Militar, construída em 1880, no Cerro da Pólvora, ponto mais elevado de Jaguarão. A reitora da Unipampa, Maria Beatriz Luce, assegura que as ruínas ficarão intactas, com seu aspecto atual. Serão construídos novos pisos, paredes e tetos, predominantemente em vidro e concreto. O museu também abrigará um auditório com 117 lugares, escavado na rocha, para a realização de conferências. A perspectiva é de que, em 30 dias, seja entregue a primeira fase do projeto de arquitetura e que, dentro de cinco meses, o mesmo esteja completo. A reitora diz que 20 grupos, compostos por pesquisadores, professores e acadêmicos, atuam na pesquisa, entre outras áreas, como Literatura, História, Antropologia Visual, Botânica e Zoologia.
O objetivo principal do Centro de Interpretação do Pampa é ter um espaço de arquitetura e tecnologia contemporâneas, onde crianças, jovens e adultos possam vivenciar as muitas experiências de cultura e entretenimento. “Será um local dedicado à pesquisa acadêmico-científica e à experiência sensorial e estética sobre o bioma Pampa, além de mostrar a história de um povo, suas lutas e culturas”, ressalta a reitora.
Alunos e professores de educação básica da região também terão uma programação especial. Pesquisadores de todas as áreas do conhecimento poderão dispor de apoio e incentivo para suas atividades. “Será um dos museus mais atrativos do Estado, pelo seu valor histórico e contemporâneo. Vai estimular o desenvolvimento turístico do município e de toda região”, destaca o prefeito José Claudio Ferreira Martins.
As ruínas da Enfermaria Militar são tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Rio Grande do Sul. “Estamos em processo de transferência deste bem para a responsabilidade da universidade”, destaca Maria Beatriz. A previsão é de que o museu esteja concluído dentro de dois anos.

fonte: Correio do povo - iphan

RS - Torres vai ganhar Museu em 2011



Em fevereiro de 2011, o Parque Estadual de Guarita, em Torres, terá um “espaço museu” onde serão expostos objetos usados pelo homem sambaquiano, ancestral pré-histórico que vagava pela região. A previsão, de acordo representantes da prefeitura, é que a obra tenha início em junho deste ano. O local terá mostras de outras áreas, mas uma parte será reservada aos Sambaquis. Atualmente, 65 objetos líticos (de pedra) estão expostos na Casa de Cultura da cidade, onde o turista pode ver fragmentos de cerâmica, 12 ossos petrificados e três fragmentos de mandíbulas, entre outros.
Um dos achados arqueológicos chama a atenção pela beleza: um vaso inteiro de cerâmica, parecendo uma urna funerária, encontrado no sítio arqueológico Sambaqui de Itapeva. A Casa de Cultura, com um espaço na parte da frente para os achados, entre outros objetos mais recentes, fica aberta em horário comercial.
Há 4 mil anos, o Litoral Norte do Rio Grande do Sul era similar ao de Santa Catarina. Com o aumento dos oceanos e com as águas subindo, a costa foi inundada. Neste período, tribos indígenas, que são anteriores aos guaranis, e denominadas sambaquianas, viviam neste local. Nômades, esses homens viviam ora na costa, ora nos rios ou lagoas do litoral, onde deixaram os seus objetos de uso diário. Esses homens pré-históricos foram os primeiros coletores silvestres. Como não tinham lugar fixo, por onde passavam deixavam os restos do que comiam, bem como os objetos que produziam.

fonte: Correio do povo - iphan

Museu dos Brinquedos




O Museu dos Brinquedos no Brasil, está situado em Belo Horizonte - MG. 
Os objetos do acervo do Museu dos Brinquedos compreendem o período do inicio do século XX até os dias de hoje. Com cerca de 5.000 peças de procedência nacional e internacional, o acervo conta com carrinhos de bebês, bonecas, móveis, louças, máquinas de costura, ferros de passar roupa, autoramas, velocipedes, peluches, cavalos de pau, fantoches, robôs, jogos, brinquedos musicais, livros infanto-juvenis e muito mais. Localizado em uma casa integrante do Patrimônio Histórico de Belo Horizonte, o Museu dos Brinquedos reúne educação, cultura e lazer, com o objetivo de pesquisar, preservar e divulgar o patrimônio cultural lúdico da infância, tornando-se, dessa forma, referência nacional e internacional sobre o tema.

História: O Museu dos Brinquedos existiu informalmente de 1986 a 1999 sob a coordenação de Luiza de Azevedo Meyer. Com o falecimento da idealizadora em 2000, a família deu prosseguimento ao projeto e criou o Instituto Cultural Luiza Azevedo Meyer em sua homenagem. Em outubro de 2006, foi inaugurado o Museu do Brinquedo, numa casa tombada pelo IPHAN, em Belo Horizonte.
Nascida em São João Del Rey, em 1912, Luiza de Azevedo Meyer  reuniu  ao longo de sua vida uma coleção de brinquedos, sendo muitas destas peças de seus dez filhos e vinte e dois netos. Sua idéia era transformar seu acervo particular em um lugar especial dedicado a investigar, preservar e difundir o patrimônio cultural da infância. Seu sonho era construir o Museu dos Brinquedos.

Atualmente encontram-se em exposição aproximadamente 800 exemplares oriundos de diversos países.

Para maiores informações visite o site: Museu dos Brinquedos

20 de fevereiro de 2010

MARGS: Realismo



MARGS oferece tour virtual da exposição Arte na França 1860-1960: O Realismo

Faça seu passeio virtual AQUI

O Museu de Arte do Rio Grande do Sul ultrapassa os próprios limites de espaço e tempo e oferece ao público pela primeira vez a oportunidade de visitar uma exposição após seu encerramento de qualquer lugar da cidade, do estado, do país ou do mundo. Tudo isso de forma gratuita e sem filas. Basta ter um computador ou telefone celular conectado à internet e acessar www.margs.rs.gov.br/tour.html para visitar a mostra virtual Arte na França 1860-1960: O Realismo, exposição que encantou os gaúchos quando esteve em cartaz no Museu, em julho e agosto deste ano.

Os responsáveis por tamanha façanha são o fotógrafo Rique Barbo, que registrou o ambiente do Museu durante o período em que a mostra esteve em cartaz, e a empresa Carmem Gamba Imagem e Design, que a partir de agora assume a manutenção do site do MARGS. A Imagem e Design é coordenada pela fotógrafa Carmem Gamba e conta com a participação do designer Marcos Cunha e do publicitário e programador Dimitri Silva. 

17 de fevereiro de 2010

Casapueblo - Carlos Vilaró


Casapueblo, onde o artista plástico uruguaio Carlos Páez Vilaró, conhecido e premiado no mundo inteiro, mora e exibe seu ateliê, assim como o “museu do século XX”. 
A primeira impressão é que ele não tem muito a mostrar, mas se engana quem pensa isso. Lá se encontram cerca de 4.000 peças que datam de 1901 a 2000, todas adquiridas em viagens do dono pelo mundo, que vão de relógios de bolso, carros antigos a maquinas fotográficas datadas do ano de 1919. Seu ateliê fica na parte mais alta da casa, que tem ainda um restaurante e um hotel. 

 

Casapueblo


Interior


Punta del Leste




 
 Punta Ballena 

Esse obra arquitetônica nada convencional, localizada em Punta Ballena, há 15 km do centro de Punta del Este, começou a ser construída em 1958, a partir de um cômodo feito de latas. Mais tarde foi revestido com ripas de madeiras que vinham de navios naufragados. Anos depois o artista descobriu a receita que daria a cara e o estilo que a casa tem até hoje. Com cimento e cal, "pregou" uma espécie de tela de galinheiro nas paredes de madeira e pintou sua casa, feita toda à mão, de branco. A intenção foi dar contraste com o céu e o mar.

Vilaró se define como um "fazedor de coisas". Infiltra-se em todos os campos das artes plásticas que lhe chamam atenção. Já fez tapeçaria, pintura em mural, cerâmica, arquitetura, pintura e escultura. Tem uma ligação muito forte com o Brasil e uma forte influência africana em suas obras. Vilaró diz que quando visitou a Bahia, em 1956, encontrou a África inteira lá.

A arte de Vilaró


Quadro do programa Espaço Unisanta da TV Educativa Santa Cecília
Edição: Matheus Lopes Produção: Bruna Garcia Direção e narração: Alessandra Pereira
Quadro do programa Espaço Unisanta da TV Educativa Santa Cecília
 
Uruguaio, Vilaró acredita fazer parte do sol e diz que a arte e a vida são como um largo caminho cheio de portas que devem ser abertas para descobrir o que há por trás de cada uma. Para ele, sempre falta algo, sempre há portas para serem abertas.

 
Carlos Vilaró e Pablo Picasso 

Carlos Paez Vilaró

Casapueblo

Museu, galeria de arte, hotel, residência, tente definir e será traído pela imprecisão, pois seguindo a técnica cubista tudo ali foi desconstruído para ser remontado em um conjunto que dissolve o caos no branco, justamente o branco de todas as cores.
Vilaró é pai de Carlos Miguel, um dos 16 que passaram a ser conhecidos como “Os Sobreviventes dos Andes” no trágico episódio que em 1972 resultou da queda de um avião nas cordilheiras, episódio contado em livros e filmes. Mas a tragédia não está presente em CASAPUEBLO, mas a vida, a arte, a alma humana.

Artista Vilaró foi homenageado - 16 de fevereiro de 2010

No ano em que completará 87 anos, o artista plástico Carlos Paez Vilaró, que há seis décadas faz questão de pintar (e tocar) os instrumentos musicais, ajudar na concepção das roupas e participar dos desfiles, despediu-se do Carnaval de Montevidéu no último dia 6. O escultor, poeta, arquiteto, pintor, ceramista e amigo pessoal de Vinicius de Moraes é reconhecido pela contribuição que dá à cultura afro-uruguaia, incentivando o candombe e manifestações negras.  
 
 
Para homenagear Vilaró, na noite do dia 6, por um momento o desfile parou. No céu, fogos de artifício. No chão, um tapete vermelho estendido para ele. Tocando tambor, na frente da bateria e ao lado de uma vedete, o artista avançou pela rua, ovacionado pela comunidade.     

Veja mais AQUI   

8 de fevereiro de 2010

Memória preservada



Museu preserva memória do comércio caxiense



A origem e a história do comércio de Caxias do Sul estão conservadas na casa 9 da Réplica de Caxias do Sul de 1885, no Parque de Exposições Mário Bernardino Ramos. O Museu do Comércio, uma reprodução de um armazém de secos & molhados da cidade serrana no final do Século XIX, estará aberto para visitação durante a realização da Festa da Uva 2010. Desde 2000, quando o espaço foi inaugurado, objetos como móveis, rolos de fumo, ferrarias e chapéus, além de alimentos, reproduzem fielmente um estabelecimento comercial da época em que os imigrantes chegaram. “A história registrada aqui, também remete à história das famílias de muitos visitantes, descendentes dos italianos que se instalaram na região. Para muitas pessoas, principalmente da nossa região, é emocionante visitar o Museu do Comércio”, observa o presidente do Sindilojas, Ivanir Gasparin.
O resgate da história também será feito pela Dona Bastiana, personagem de Davi de Souza, responsável pela acolhida aos visitantes. A “idosa”, que fez muito sucesso na Festa da Uva 2008 arrancando gargalhadas e lotando o espaço de turistas, promete repetir a dose em 2010.
Com a chegada dos imigrantes italianos à Serra gaúcha, a partir de 1875, a economia local começou a se estruturar, com a agricultura e o comércio. Os colonos produziam o que era possível para a subsistência. Para adquirir outros alimentos e produtos de necessidade da família, utilizavam o sistema de troca, que deu início ao comércio. Três anos após o início da organização e povoamento da Colônia Caxias, já existiam dez armazéns de secos & molhados na sede, além de outras 85 casas comerciais espalhadas pelos travessões e léguas para uma população de 3.849 habitantes. O museu estará aberto no mesmo horário de funcionamento do parque: de segunda a sexta-feira das 14h às 22h e aos sábados e domingos das 9h às 22h.

Fonte: Correio do Povo

1 de fevereiro de 2010

Museu da Língua Portuguesa



O Museu - História

Inaugurado oficialmente no dia 20 de março, o Museu da Língua Portuguesa abriu suas portas ao público no dia 21 de março de 2006. Em seus três primeiro anos de funcionamento mais de 1.600.000 pessoas já visitaram o espaço, consolidando-o como um dos museus mais visitados do Brasil e da América do Sul.

O Museu contou com uma equipe de criação e pesquisa composta por mais de trinta profissionais qualificados, dentre eles sociólogos, museólogos, especialistas em língua portuguesa e vários artistas.

Seu projeto foi avaliado em aproximadamente R$37.000.000,00 (trinta e sete milhões de reais) que foram usados para financiar a criação, pesquisa, implantação do museu e restauro do Prédio da Estação da Luz. O projeto arquitetônico é de autoria de Pedro Mendes da Rocha e Paulo Mendes da Rocha.

O Museu da Língua Portuguesa, dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial), apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país e do mundo, usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos.


Os principais objetivos do Museu da Língua Portuguesa são:
- mostrar a língua como elemento fundamental e fundador da nossa cultura;
- celebrar e valorizar a Língua Portuguesa, apresentada suas origens, história e influências sofridas;
- aproximar o cidadão usuário de seu idioma, mostrando que ele é o verdadeiro “proprietário” e agente modificador da Língua Portuguesa;
- valorizar a diversidade da Cultura Brasileira;
- favorecer o intercâmbio entre os diversos países de Língua Portuguesa;
- promover cursos, palestras e seminários sobre a Língua Portuguesa e temas pertinentes;
- realizar exposições temporárias sobre temas relacionadas à Língua Portuguesa e suas diversas áreas de influência.

Instalações



Duas motivações principais respaldam a escolha da Estação da Luz para abrigar o Museu: o edifício, um patrimônio histórico do Século XIX; e o fato de estar localizada em São Paulo, a cidade que tem a maior população de falantes do português no mundo.


O Museu da Língua Portuguesa conta com uma área correspondente a 4.333,62 m2 e está distribuído em 03 andares:


1)-Primeiro Andar:


A ala leste do primeiro andar comporta a sala destinada às exposições temporárias. Já ala oeste, onde ficam a administração e o setor educativo do Museu, dispõe de sala de aula para 50 pessoas e um espaço digital que pode atender até 20 pessoas.


2)-Segundo Andar:

a) Grande Galeria: Tela de 106m de extensão com projeções simultâneas de filmes que mostram a Língua Portuguesa no cotidiano e na história de seus usuários;

b) Palavras Cruzadas: Totens dedicados às influências das Línguas e dos povos que contribuíram para formar o Português falado no Brasil. Existe ainda um totem dedicado ao Português falado nos demais países lusófonos;

c) Linha do Tempo: Uma linha com recursos interativos onde o visitante poderá conhecer melhor a história da Língua Portuguesa;

d) Beco das Palavras: Sala com jogo etimológico interativo que permite ao visitante brincar com a criação de palavras, conhecendo suas origens e significados;

e) História da Estação da Luz: Painéis que mostram um pouco da história do edifício sede da Estação da Luz e os trabalhos de restauro realizados antes da implantação do Museu da Língua Portuguesa.

f) Mapa dos Falares: A partir de um grande mapa do Brasil, o visitante pode escolher uma localidade e apreciar ( ver e ouvir) depoimentos de diversos pessoas, verificando,assim, os diversos “faleres” do brasileiro.

3)-Terceiro Andar:

a) Auditório: Projeção de um filme de 10 minutos sobre as origens da Língua Portuguesa falada no Brasil;

b) Praça da Língua: Espécie de “planetário da Língua”, composto por imagens projetadas e áudio. Uma antologia da literatura criada em Língua Portuguesa, com curadoria de José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski.

4)-Elevadores

Os elevadores de acesso ao museu também são espaços expositivos, pois permitem uma visão total da escultura “Árvore de Palavras”, de 16m de altura, criada por Rafic Farah (nesta escultura o visitante encontra palavras de idiomas que contribuíram para a formação do português e do português falado no Brasil, palavras em português e a representação de objetos e animais). Além disso, no interior dos elevadores, os visitantes podem ouvir uma espécie de mantra, composto por Arnaldo Antunes, que repete as palavras “língua” e “palavra” em vários idiomas.


Atividades

 

 

Além dos espaços expositivos permanentes e temporários, o Museu da Língua Portuguesa desenvolve uma série de ações paralelas importantes para a aproximação da instituição com o seu público:

1)-Apresentações Gratuitas:
Em alguns finais de semana, o Museu realiza em seu espaço térreo, apresentações de contadores de histórias e pequenos espetáculos teatrais e musicais.
Tais atividades são voltadas para o público infanto-juvenil, valorizam a oralidade e são sempre oferecidas gratuitamente.
A divulgação é feita através do Portal da Língua Portuguesa e do site da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (www.cultura.sp.gov.br).

2)-Cursos:
O museu oferece cursos gratuitos, tais como “ciclos de leitura”, ”oficina de escrita” e “cursos de capacitação para contadores de histórias”.
Essas atividades são sempre coordenadas por profissionais muito capacitados e contratados especialmente pelo museu de acordo com a temática do curso a ser oferecido.
As atividades são realizadas nas Salas de Aula ou no Espaço Digital do Museu. A divulgação e as inscrições são feitas diretamente no museu e sua programação é divulgada pelo Portal da Língua Portuguesa.
Tratando-se de atividades com vagas limitadas (em média 25 por curso), existe sempre algum processo de seleção sob a responsabilidade de seus coordenadores.

3)-Palestras e Seminários:
A Instituição desenvolve palestras e seminários sempre com temáticas pertinentes à Língua Portuguesa e à diversidade cultural de nosso país.
As programações são desenvolvidas diretamente pelo Museu ou em parceria com outras importantes instituições culturais.
Estas atividades também são oferecidas gratuitamente aos interessados. 

Exposição Temporária

 
Cora Coralina

No ano em que comemoramos os 120 anos de nascimento da escritora Cora Coralina, o Museu da Língua Portuguesa presta sua homenagem a esta grande artista nascida na Cidade de Goiás ( GO) com a exibição da mostra “ Cora Coralina: coração do Brasil”
A exposição tem curadoria de Júlia Peregrino e cenografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara e ocupará o segundo andar do museu.
Mesclando imagens do universo pessoal de Cora (como o mítico casarão da ponte e os doces por ela feitos) a trechos de suas poesias, a mostra exibirá, ainda, documentos inéditos da autora, como diários e originais de seus livros. Os visitantes também poderão assistir  um vídeo com declarações da própria Cora Coralina.

A mostra ficará em exibição ao público até o dia 07 de fevereiro de 2010 e sempre nos mesmos horários de funcionamento do museu.

 Para saber mais -  visite o site do museu