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25 de fevereiro de 2013
23 de novembro de 2011
Mostra destaca período em que Da Vinci era pintor assalariado
A National Gallery, em Londres, abre nesta quarta-feira ao público a maior exposição de arte de Leonardo Da Vinci já realizada.
Foram necessários cinco anos de negociações e diplomacia para conseguir reunir as mais de 60 pinturas e desenhos do gênio renascentista, assim como obras feitas por discípulos e colaboradores.
Os quadros estavam espalhados por mais de 20 cidades em 10 diferentes países, desde a Rússia aos Estados Unidos, passando pelo Vaticano.
Das 15 pinturas do artista que sobreviveram aos séculos, nove fazem parte da mostra.
A exibição "Leonardo da Vinci: Pintor na Corte de Milão" se concentra no período entre 1482 e 1499, quando ele trabalhava como artista assalariado para o Duque Ludovico Sforza.
Nesta época, Da Vinci pintou algumas de suas obras mais celebradas, como as duas versões da Virgem das Rochas, que serão vistas pela primeira vez lado a lado graças a um empréstimo do Louvre.
O artista também pintou um trio de retratos que revolucionou o gênero, entre eles o único que ele fez de um homem: o Retrato de um Músico.
A Belle Ferronnière pode ser um retrato da duquesa ou de uma das amantes do Duque de Milão e o mais elogiado dos três, Dama com Arminho, traz a amante de Ludovico Cecilia Gallerani, conhecida por sua beleza e inteligência.
Mais de 50 desenhos relacionados às pinturas estão sendo exibidos pela primeira vez, entre eles 33 esboços da coleção real.
Os diversos desenhos de Da Vinci pertencentes à Rainha Elizabeth 2ª foram provavelmente comprados durante o reinado de Charles 2º, mas só foram descobertos, por acaso, em 1778.
O escritor Charles Rogers escreveu: "O senhor Dalton felizmente encontrou o álbum de desenhos no fundo de um baú no começo do reinado da atual majestade (George 3º)".
Foram necessários cinco anos de negociações e diplomacia para conseguir reunir as mais de 60 pinturas e desenhos do gênio renascentista, assim como obras feitas por discípulos e colaboradores.
Os quadros estavam espalhados por mais de 20 cidades em 10 diferentes países, desde a Rússia aos Estados Unidos, passando pelo Vaticano.
Das 15 pinturas do artista que sobreviveram aos séculos, nove fazem parte da mostra.
A exibição "Leonardo da Vinci: Pintor na Corte de Milão" se concentra no período entre 1482 e 1499, quando ele trabalhava como artista assalariado para o Duque Ludovico Sforza.
Nesta época, Da Vinci pintou algumas de suas obras mais celebradas, como as duas versões da Virgem das Rochas, que serão vistas pela primeira vez lado a lado graças a um empréstimo do Louvre.
'Dama com Arminho',
pintado aproximadamente entre
1489–90.
© Princes Czartoryski Foundation
'São Jerônimo no
deserto',
pintado aproximadamente entre 1488–90.
© Foto: Museus do
Vaticano
'Esboço de um Jovem',
feito aproximadamente em 1493.
© 2011, Sua Majestade Rainha Elizabeth 2ª
O artista também pintou um trio de retratos que revolucionou o gênero, entre eles o único que ele fez de um homem: o Retrato de um Músico.
A Belle Ferronnière pode ser um retrato da duquesa ou de uma das amantes do Duque de Milão e o mais elogiado dos três, Dama com Arminho, traz a amante de Ludovico Cecilia Gallerani, conhecida por sua beleza e inteligência.
Mais de 50 desenhos relacionados às pinturas estão sendo exibidos pela primeira vez, entre eles 33 esboços da coleção real.
Os diversos desenhos de Da Vinci pertencentes à Rainha Elizabeth 2ª foram provavelmente comprados durante o reinado de Charles 2º, mas só foram descobertos, por acaso, em 1778.
O escritor Charles Rogers escreveu: "O senhor Dalton felizmente encontrou o álbum de desenhos no fundo de um baú no começo do reinado da atual majestade (George 3º)".
Artista cria instalação com todas as fotos postadas no Flickr em 24 horas
Uma instalação que reúne milhões de fotografias
postadas em apenas 24 horas no site de compartilhamento de fotos Flickr
está em cartaz em Amsterdã, na Holanda.
Fotografia em abundância é um projeto
visual do artista holandês Erik Kessels, que imprimiu todas as fotos
colocadas no Flickr somente no dia 4 de agosto último.
O resultado é uma pilha de fotos – cerca de 6 milhões delas – que
lota uma sala do museu Foam de fotografia, no bairro de Keizersgracht,
na região dos canais.
O objetivo do trabalho foi ilustrar como as
novas tecnologias facilitaram a fotografia e levaram a uma inundação de
imagens na vida moderna.
"Através da digitalização da fotografia e a
ascensão de sites como o Flickr e o Facebook, todo mundo agora tira
fotos, e as distribui e compartilha com o resto do mundo. O resultado
são incontáveis fotos à nossa disposição", disse o artista.
Ao imprimir as imagens, Erik Kessels diz que visualiza um "mergulho em fotografias da experiência alheia".
"O seu conteúdo mistura público e privado, com coisas altamente pessoais sendo exibidas abertamente e sem um pingo de timidez."
A mostra, intitulada Museu do Futuro da Fotografia, reúne trabalhos que abordam as mudanças e os desenvolvimentos que devem moldar as próximas décadas desta arte.
Foram convidados quatro artistas-curadores, que
interpretaram este tema segundo sua própria visão, criando uma "exibição
intrigante com quatro exposições distintas e às vezes provocantes".
Além de Kessels, participam da mostra os artistas Lauren Cornell, Jefferson Hack e Alison Nordstrom.
A mostra fica em cartaz até o dia 7 de dezembro.
Mais informações no site: http://foam.org/foam-amsterdam/exhibitions/whats_next_2011.
Fonte: BBC Brasil
Mais informações no site: http://foam.org/foam-amsterdam/exhibitions/whats_next_2011.
Fonte: BBC Brasil
12 de setembro de 2011
Obras da Bienal discutem imigração, raça e território
Trabalhos expostos no Cais do Porto representam diferentes culturas.
Não é necessário ser especialista para perceber que esta 8ª edição da
Bienal é a mais política. O conjunto em exposição nos armazéns do Cais
do Porto discute territórios e fronteiras usando signos como mapas,
cartas, bandeiras, passaportes - criando territórios imaginários com
histórias tão interessantes quanto as de lugares reais.
Obra do francês Jean-François Boclé
Foto: Jean Schwarz / Agencia RBS
Foto: Jean Schwarz / Agencia RBS
Veja aqui vídeo sobre as obras do Cais do Porto.
Tome-se como exemplo uma das primeiras obras a atrair o olhar na entrada do armazém A4. Uma corrente dourada amontoa-se até formar o relevo de uma ilha em miniatura. De autoria do mexicano Eduardo Abaroa, o trabalho faz referência a uma ilha cuja mudança de status, de real a fictícia, carrega implicações sérias para a economia mexicana. A chamada Isla Bermeja está nos mapas do México praticamente desde as primeiras descrições cartográficas do país - a referência mais antiga é de 1535. Mas nunca ninguém se preocupou em ir até lá até bem recentemente, quando descobriu-se haver petróleo nas redondezas. Só que a ilha não foi encontrada.
Tome-se como exemplo uma das primeiras obras a atrair o olhar na entrada do armazém A4. Uma corrente dourada amontoa-se até formar o relevo de uma ilha em miniatura. De autoria do mexicano Eduardo Abaroa, o trabalho faz referência a uma ilha cuja mudança de status, de real a fictícia, carrega implicações sérias para a economia mexicana. A chamada Isla Bermeja está nos mapas do México praticamente desde as primeiras descrições cartográficas do país - a referência mais antiga é de 1535. Mas nunca ninguém se preocupou em ir até lá até bem recentemente, quando descobriu-se haver petróleo nas redondezas. Só que a ilha não foi encontrada.
Embora técnicos e geógrafos ressaltem que a procura deveria ser mais
ampla, a população começou a espalhar lendas de que os norte-americanos
haviam roubado ou afundado a ilha, agora que ela valia alguma coisa -
comentou Abaroa.
Se o mexicano aborda uma ilha não encontrada, o paulista André
Komatsu apresenta uma ilha que se move. Quatro ventiladores, soprando em
direções diferentes, fazem girar uma mesinha com rodas, em frente a
outra obra do mesmo artista, um muro em que uma coluna de tijolos foi
deslocada com um macaco hidráulico - referência a fronteiras livres para
capitais, não para pessoas.
Além de bandeiras e mapas (provavelmente os signos mais presentes nos
armazéns da Bienal), o camaronense Barthélémy Toguo também trouxe ao
espaço da Bienal a burocracia dos atuais impasses nas fronteiras
internacionais. Sua obra The New World Climax ("O Clímax do Novo Mundo")
constitui-se de carimbos gigantescos esculpidos em madeira - bem como
os dizeres de cada um impresso em folhas coladas em uma parede ao fundo
(entre elas, um simpático "passaporte de gaúcho" - alguém deve ter
soprado no ouvido do artista sobre o proverbial bairrismo dos locais).
As obras também esboçam suas próprias narrativas. A guatemalteca
Yasmín Hage criou uma maquete de madeira e papelão reconstruindo a
Aldeia Modelo, tentativa do governo da Guatemala de, nos anos 1980,
retomar áreas em plena selva por meio da presença do exército em aldeias
planejadas. Acompanha o trabalho um vídeo que só se consegue assistir
ao colocar a cabeça em uma estrutura cilíndrica de madeira. Um convite a
olhar mais de perto.
O que também é necessário ao se aproximar da obra de Jean-François
Boclé - pilhas de produtos comerciais ordenados num arranjo que à
distância lembra o horizonte de prédios de uma grande cidade. Mais
perto, revelam-se os produtos, adquiridos em supermercados: alvejantes,
doces, utensílios domésticos. Mais perto ainda se vê que ela segue uma
linha: da esquerda à direita, de rótulos com fotos e desenhos
realísticos de pessoas brancas até produtos em que a imagem de negros é
caricaturada: olhos esbugalhados, lábios grossos, mostrados em ocupações
subalternas.
A impressão do Cais do Porto em seu conjunto é uma curiosa mistura de
ordem e excesso. A exposição aproveita muito bem os espaços, cada obra
está lá sem que atropele as outras, vizinhas. Já o excesso vem da enorme
quantidade de informações reunidas - passa-se facilmente uma hora
inteira observando um único armazém antes de lembrar que há outros na
sequência. Na dúvida, não hesite em perguntar aos mediadores, já que
muitas das histórias por trás de cada obra são tão interessantes quanto a
própria obra.
Carlos André Moreira
|
carlos.moreira@zerohora.com.br
Fonte:Jornal Zero Hora 28 de agosto de 2011
Exposição Barcos do Brasil inaugura nova sede do Iphan nacional em Brasília
Réplicas de embarcações que retratam o patrimônio
naval brasileiro ficarão expostas no novo espaço destinado à temática do
patrimônio cultural
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan inaugura sua nova sede
nacional em Brasília, com a exposição Barcos do Brasil. A cerimônia
será às 19h30 do dia 30 de agosto, no Edifício Lucio Costa, na SEPS
Quadra 713/913, Bloco D. A exposição ficará aberta para visitação de 31
de agosto a 18 de novembro, de segunda a sexta-feira, de 9h às 19h. O
evento inaugura também a Sala Mário de Andrade, um novo espaço destinado
à realização de exposições com a temática do patrimônio brasileiro e
que passa a integrar o circuito cultural da capital federal.
O presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, ressalta que a sala presta justa homenagem Mário de Andrade, “que teve participação decisiva na criação e estruturação do Iphan e cujas viagens etnográficas realizadas no início do século XX resultaram em documentação exaustiva sobre a cultura popular brasileira, reconhecidas, até hoje, como uma das mais importantes ações de preservação e valorização do nosso patrimônio”. Ele complementa dizendo que a nova sede está estruturada dentro estratégia do Iphan de proporcionar a interação da comunidade com o patrimônio cultural, oferecendo espaços de uso público como a própria Sala Mário de Andrade e a Biblioteca Aloísio Magalhães, por exemplo. A nova sede passará a funcionar como uma das Casas do Patrimônio, presentes em várias cidades brasileiras onde o Iphan atua.
Barcos do Brasil
O patrimônio naval brasileiro é possivelmente um dos mais ricos do mundo em quantidade e diversidade de barcos tradicionais. No país, já foram identificados mais de 200 tipos de embarcações, destinadas aos mais variados ambientes, sejam eles lacustres, fluviais ou marítimos, e empregadas para os mais diversos fins, utilizados por populações costeiras e ribeirinhas, integrados a um imenso contexto de festas, tradições, conhecimentos e trabalhos. A Exposição Barcos do Brasil apresenta ao público, pela primeira vez, os 89 modelos de embarcações tradicionais brasileiras que fazem parte da Coleção Alves Câmara Século XXI.
O presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, ressalta que a sala presta justa homenagem Mário de Andrade, “que teve participação decisiva na criação e estruturação do Iphan e cujas viagens etnográficas realizadas no início do século XX resultaram em documentação exaustiva sobre a cultura popular brasileira, reconhecidas, até hoje, como uma das mais importantes ações de preservação e valorização do nosso patrimônio”. Ele complementa dizendo que a nova sede está estruturada dentro estratégia do Iphan de proporcionar a interação da comunidade com o patrimônio cultural, oferecendo espaços de uso público como a própria Sala Mário de Andrade e a Biblioteca Aloísio Magalhães, por exemplo. A nova sede passará a funcionar como uma das Casas do Patrimônio, presentes em várias cidades brasileiras onde o Iphan atua.
Barcos do Brasil
O patrimônio naval brasileiro é possivelmente um dos mais ricos do mundo em quantidade e diversidade de barcos tradicionais. No país, já foram identificados mais de 200 tipos de embarcações, destinadas aos mais variados ambientes, sejam eles lacustres, fluviais ou marítimos, e empregadas para os mais diversos fins, utilizados por populações costeiras e ribeirinhas, integrados a um imenso contexto de festas, tradições, conhecimentos e trabalhos. A Exposição Barcos do Brasil apresenta ao público, pela primeira vez, os 89 modelos de embarcações tradicionais brasileiras que fazem parte da Coleção Alves Câmara Século XXI.
A mostra apresenta modelos em escala 1:25 e fala um
pouco sobre o patrimônio naval brasileiro, o ofício do modelismo naval e
o Projeto Barcos do Brasil. O objetivo é sensibilizar os visitantes
sobre a importância do reconhecimento e da preservação dos modos de
vida, paisagens, técnicas tradicionais e embarcações que fazem parte do
patrimônio naval brasileiro.
A Coleção Alves Câmara Século XXI
A Coleção Alves Câmara Século XXI foi inspirada na Coleção Alves Câmara original, composta por 42 modelos de barcos tradicionais brasileiros encomendados em 1908 pelo então Ministro da Marinha, o Almirante Alves Câmara, aos estados brasileiros. Sua preocupação era registrar os principais barcos tradicionais do Brasil que, já no início do século XX, corriam o risco de desaparecer. A Coleção Alves Câmara faz parte do acervo do Espaço Cultural da Marinha, com sede no Rio de Janeiro.
A confecção de réplicas na escala 1:25 começou em 2005 pelo Museu Nacional do Mar, em Santa Catarina, com o incentivo do navegador Amyr Klink e o apoio do Iphan. A curadoria é do arquiteto e urbanista Dalmo Vieira Filho, atual diretor do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do Iphan. Três dos melhores modelistas navais do Brasil - Carlos Heitor Chaves, Conny Baumgart e Luiz Lauro Pereira Jr. - foram contratados para a missão que, na origem, tinha como proposta reproduzir as embarcações que já faziam parte da coleção original. No entanto, outros barcos foram incorporados, dando origem à Coleção Alves Câmara Século XXI, que já possui 89 modelos de embarcações tradicionais de todo o Brasil, e continua crescendo.
A Coleção Alves Câmara Século XXI foi inspirada na Coleção Alves Câmara original, composta por 42 modelos de barcos tradicionais brasileiros encomendados em 1908 pelo então Ministro da Marinha, o Almirante Alves Câmara, aos estados brasileiros. Sua preocupação era registrar os principais barcos tradicionais do Brasil que, já no início do século XX, corriam o risco de desaparecer. A Coleção Alves Câmara faz parte do acervo do Espaço Cultural da Marinha, com sede no Rio de Janeiro.
A confecção de réplicas na escala 1:25 começou em 2005 pelo Museu Nacional do Mar, em Santa Catarina, com o incentivo do navegador Amyr Klink e o apoio do Iphan. A curadoria é do arquiteto e urbanista Dalmo Vieira Filho, atual diretor do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do Iphan. Três dos melhores modelistas navais do Brasil - Carlos Heitor Chaves, Conny Baumgart e Luiz Lauro Pereira Jr. - foram contratados para a missão que, na origem, tinha como proposta reproduzir as embarcações que já faziam parte da coleção original. No entanto, outros barcos foram incorporados, dando origem à Coleção Alves Câmara Século XXI, que já possui 89 modelos de embarcações tradicionais de todo o Brasil, e continua crescendo.
A Coleção Alves Câmara Século XXI pode ser considerada
um dos acervos de modelos de barcos tradicionais mais importantes do
mundo e, por isso, foi tombada em 2010 pelo Iphan como patrimônio
nacional.
O Projeto Barcos do Brasil
Lançado pelo Iphan em 2008, o Projeto Barcos do Brasil tem como objetivo a preservação e a valorização do patrimônio naval brasileiro, dos barcos tradicionais, dos homens e mulheres do mar, dos carpinteiros e artesãos, dos mestres e pescadores, da arte da navegação, da riqueza e diversidade do patrimônio cultural.
Lançado pelo Iphan em 2008, o Projeto Barcos do Brasil tem como objetivo a preservação e a valorização do patrimônio naval brasileiro, dos barcos tradicionais, dos homens e mulheres do mar, dos carpinteiros e artesãos, dos mestres e pescadores, da arte da navegação, da riqueza e diversidade do patrimônio cultural.
O projeto baseia-se em uma cooperação intergovernamental
que envolve diversos ministérios que, de alguma forma, possuem ações
relacionadas com a temática do Patrimônio Naval e da sua preservação.
São parceiros do projeto:
- Ministério da Cultura
- Ministério de Ciência e Tecnologia
- Ministério da Educação
- Ministério do Turismo
- Ministério da Defesa – Comando da Marinha
- Ministério das Cidades
- Ministério do Trabalho e Emprego
- Ministério da Pesca e Aquicultura
- Secretaria Especial de Portos
- Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
- Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis /Ibama
O projeto tem como patrono o navegador Amyr Klink, grande incentivador da preservação do patrimônio naval brasileiro, que também estará presente na inauguração da exposição.
São parceiros do projeto:
- Ministério da Cultura
- Ministério de Ciência e Tecnologia
- Ministério da Educação
- Ministério do Turismo
- Ministério da Defesa – Comando da Marinha
- Ministério das Cidades
- Ministério do Trabalho e Emprego
- Ministério da Pesca e Aquicultura
- Secretaria Especial de Portos
- Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
- Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis /Ibama
O projeto tem como patrono o navegador Amyr Klink, grande incentivador da preservação do patrimônio naval brasileiro, que também estará presente na inauguração da exposição.
Serviço:
Exposição Barcos do Brasil
Data: 31 de agosto a 18 de novembro de 2011
Horário: Segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 19h
Local: Sala Mário de Andrade
Sede do Iphan – Edifício Lucio Costa
SEPS Quadra 713/913 – Bloco D
Asa Sul - Brasília - DF
Fonte: IPHAN
Exposição Barcos do Brasil
Data: 31 de agosto a 18 de novembro de 2011
Horário: Segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 19h
Local: Sala Mário de Andrade
Sede do Iphan – Edifício Lucio Costa
SEPS Quadra 713/913 – Bloco D
Asa Sul - Brasília - DF
Fonte: IPHAN
25 de agosto de 2011
Stephen Wilkes
Uma homenagem maravilhosa para a
cidade que nunca dorme: Nova Iorque. O fotógrafo Stephen Wilkes criou um projeto
chamado Day to Night, onde ele funde em um belo conjunto, o dia e a noite. Esta exposição estará no Clamp Art Gallery em Nova Iorque, a partir de 08 de setembro.
Stephen Wilkes' website
Stephen Wilkes' website
17 de junho de 2011
Thalassa
No New Orleans Museum of Art (NOMA), a deusa suspensa do oceano, intitulado Thalassa, é a mais nova instalação feita de uma combinação de madeira e papel. Thalassa foi inspirada pelo Deepwater Horizon oil disaster , e vai estar em exibição até 25 de setembro.
14 de maio de 2011
Museu da Inconfidência expõe gravuras de Lasar Segall
A Semana de Museus, promovida anualmente nas mais diversas localidades brasileiras, apresentará, em 2011, o tema “Museu e Memória”. O Museu da Inconfidência preparou uma série de atividades para o período, de 13 a 22 de maio. A abertura, na sexta-feira (13), fica por conta da inauguração da mostra Lasar Segall – Imagens do Brasil, a partir das 20h30min na Sala Manoel da Costa Athaide (Rua Vereador Antonio Pereira, 33, Centro Histórico).
A exposição é resultado de parceria do Museu da Inconfidência com o Museu Lasar Segall, SP, que emprestará 35 gravuras, e o Museu Nacional de Belas Artes, RJ, de onde virão uma escultura e uma tela. As obras abrangem o período de 1924 a 1930, época de grande concentração de imagens do Brasil na obra de Segall, inclusive na sua produção gráfica.
Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul - 900 fotos de Porto Alegre
Uma coleção de 900 fotos de Porto Alegre, feitas nos anos 1940 e 1950, foi integrada ao Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul. As imagens fazem parte do acervo fotográfico do professor Laudelino Teixeira de Medeiros e foram doadas por seu filho Luiz Inácio Franco de Medeiros. Os registros revelam como a cidade foi e, principalmente, como ela ainda poderia ser.
Laudelino (1914 – 1999) foi um professor da UFRGS, sociólogo e historiador, tão conhecido por suas pesquisas relevantes quanto pelo seu conservadorismo. Provavelmente fotografava as ruas e casas da Capital por reconhecer valor no que via e pela certeza de que a paisagem urbana não continuaria assim por muito tempo. Acertou. Graças ao seu empenho, hoje podemos avaliar o quanto perdemos. Ao contrário da Europa, destruída duramente pelas grandes guerras, a América como um todo, e o Brasil especialmente, nunca precisou reconstruir-se para recuperar a identidade perdida pela ação, e devastação, imposta pelos invasores. Isso talvez explique por que aqui o progresso confundiu-se sempre com renovação. Nós mesmos nos encarregamos de destruir o que tínhamos de melhor em termos de qualidade arquitetônica. Se até o patrimônio valioso dos mais ricos foi atropelado pela visão obtusa e equivocada, o que restaria para as residências mais simples onde vivia a população mais humilde. Na primeira metade do século 20, foi concebido e aplicado sobre uma estrutura urbana colonial um projeto de cunho modernista. Sobraram alguns prédios, em sua maioria públicos, que nos mostram, assim como as fotos do Prof. Laudelino, como Porto Alegre foi bonita. Mesmo esses são mantidos com enormes dificuldades. Seria muito bom, para o futuro, se aprendêssemos como uma câmera apreende.
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5 de maio de 2011
20 anos do clássico Edward Mãos de Tesoura
Para comemorar o aniversário de 20 anos do clássico filme Edward Mãos de Tesoura - Tim Burton - estrelado por Johnny Deep e Vinona Ryder, o artista Seb Mesnard criou um blog onde pediu a artistas talentosos de todo o mundo trabalhos inspirados na história de seus personagens. A exposição destaca as obras de mais de 40 artistas, em vários tipos de mídias diferentes, incluindo pinturas, desenhos, gravuras e esculturas.
2 de março de 2011
Artistas paraibanos expõem obras em metal no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Artistas paraibanos expõem obras em metal no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
O Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) inaugurou no dia 1o. de março, terça-feira, às 17 horas, a exposição da Sala do Artista Popular A ferro e fogo: Arte na Paraíba, com venda de trabalhos dos artistas João José do Nascimento Neto, da cidade de Itabaiana, João de Deus Cavalcante e Humberto Heleno da Silva, de João Pessoa, e Joaquim David da Silva Neto, de Araçagi. A mostra fica em cartaz até 10 de abril e conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal.
Os artistas utilizam restos e sucatas do aço, flandres e ferro, que se transformam em brinquedos - caminhões, motos, carros, robôs -, luminárias em miniatura e esculturas, entre outras criações. O rico repertório desse artesanato de reciclagem é criado a partir da própria experiência de vida dos artistas.
Exímios carpinteiros, marceneiros, mecânicos e serralheiros, descobrem-se também como artesãos, escultores de figuras, imagens e outras invenções do cotidiano. Ao utilizarem materiais que seriam descartados, os artistas contribuem à sua maneira para uma política de sustentabilidade, fato que inclusive agrega valor e promove suas obras.
João José do Nascimento Neto, conhecido como João de Oliva, produz caminhões de brinquedo feitos com madeira, latas e outros materiais. Juntamente com outros artesãos, criou uma cooperativa, passando a ensinar jovens interessados e a participar de exposições. Hoje recebe muitas encomendas.
Mecânico de profissão, João de Deus Cavalcante utiliza sucata de automóvel, de bicicleta e outros materiais. Faz motos, carros e tanques de guerra em miniatura, luminárias, animais diversos e outras peças, que variam de 10 cm a um metro de altura. Dom Quixote é um dos personagens que mais aprecia criar.
Em sua oficina, Humberto Heleno da Silva trabalha com ferro e alumínio na produção de suas peças. Gosta de inovar sempre, procurando não repetir o repertório. Flores, quadros, cabideiros, lustres e abajures estão entre os objetos que fabrica.
"Joca dos Galos", como é conhecido Joaquim David da Silva Neto, pois foi criador de galos de raça, utiliza pedaços de lata na produção de suas peças, entre as quais destacam-se galos, araras, papagaios e cobras. Um camaleão de sua autoria integra hoje o acervo da Casa do Artista Popular, em João Pessoa. Já participou de mostras no Rio de Janeiro e Brasília e de salões em Campina Grande e na capital paraibana.
Sobre o CNFCPO Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular é uma unidade especial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), sendo responsável por promover ações que busquem, por meio de pesquisa e documentação, conhecer as realidades específicas em que ocorrem as mais diversas expressões do fazer brasileiro, procurando acompanhar as constantes transformações por que passam, bem como apoiar e difundir os processos culturais populares, propondo e conduzindo ações para sua valorização e difusão. Visite www.cnfcp.gov.br e conheça a instituição.
Serviço
Sala do Artista Popular: A ferro e fogo: arte na ParaíbaInauguração: 1o. de março de 2011, às 17 horas
Período: de 2 de março a 10 de abril de 2011
Exposição e venda: de terça a sexta-feira, das 11 às 18 horas. Sábados, domingos e feriados, das 15 às 18 horas.
Sala do Artista Popular: A ferro e fogo: arte na ParaíbaInauguração: 1o. de março de 2011, às 17 horas
Período: de 2 de março a 10 de abril de 2011
Exposição e venda: de terça a sexta-feira, das 11 às 18 horas. Sábados, domingos e feriados, das 15 às 18 horas.
fonte: IPHAN
4 de fevereiro de 2011
Google Art Project
O Google anunciou uma parceria com 17 dos museus de arte mais importantes do mundo, que permitirá descobrir e visualizar virtualmente mais de mil obras em alta resolução e 17 com super resolução com um nível de detalhe extremo.
No Google Art Project estão envolvidos museus espalhados por onze cidades de nove países, entre eles o National Gallery de Londres, o MoMA de Nova Iorque, o Hermitage de São Petersburgo ou o Museu Van Gogh, em Amesterdã.
Entre as 17 pinturas disponíveis online em super resolução no Google Art Project contam-se obras como "A Noite Estrelada " de Vicent van Gogh (MoMA), "Regresso do filho pródigo", de Rembrandt no Hermitage de São Petersburgo, e "No woman, no cry", de Chris Ofili , exposto na Tate Britain, entre outras.
A estas juntam-se mais de mil obras de arte em alta resolução de 486 artistas, dispersas pelos 17 museus.
Visita virtual
Através do recurso tecnológico 360º do Street View para interiores, é possível aos utilizadores visitarem virtualmente galerias dos museus envolvidos no projeto.
Esta parceria permite que qualquer utilizador em qualquer parte do mundo possa conhecer, através de um clique, a história e os artistas que estão por detrás das obras expostas.
Segundo a Google, cada um dos museus colaborou de "forma exaustiva", disponibilizando a sua experiência e orientando todas as etapas do projeto: desde a seleção das coleções ao aconselhamento sobre qual o melhor ângulo para as fotografias, passando pela informação que deveria acompanhar a obra de arte.
Além da visita virtual a cada um dos museus e da análise às obras em super resolução, este projeto permite aos utilizadores guardarem perspetivas específicas de qualquer das obras e iniciarem a sua própria coleção. É possível ainda comentar cada pintura e partilhar a coleção com amigos e familiares.
Com a função visita virtual ao museu, os utilizadores podem circular virtualmente pelas galerias e selecionar as obras que mais lhes interessam. O painel de informação permite aos utilizadores acederem a mais detalhes sobre a obra de arte, encontrarem outros trabalhos do mesmo artista ou visualizarem vídeos relacionados no YouTube.
Um pequeno veículo equipado com a tecnologia do Street View registou imagens de 360º no interior de inúmeras galerias que, uma vez ligadas, permitem a qualquer utilizador uma navegação fluida por mais de 385 salas dos diversos museus.
Altes Nationalgalerie, Berlim
Frick collection, Nova Iorque
Galeria degli Uffizi, Florença
Freer Gallery - Smithsonian, Washington
Galería Tretyakov, São Petersburgo
Gemäldegalerie, Berlim
MoMA, Museum of Modern Art, Nova Iorque
Museu Hermitage, São Petersburgo
Museu Kampa, Praga
Museu Rainha Sofia, Madrid
Museu Thyssen-Bornemisza, Madrid
Museu Van Gogh, Amesterdão
National Gallery, Londres
Palácio de Versalhes, França
Rijksmuseum, Amesterdã
Tate Britain, Londres
Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque
Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque
Fonte
18 de dezembro de 2010
Brasil é o convidado de honra do 3º Festival Mundial das Artes Negras, no Senegal
A primeira edição, realizada em 1966, também em Dacar, deu grande visibilidade aos anos de reconquista da dignidade dos povos negros em terras africanas, devolvidas havia pouco a seus habitantes. A segunda edição, em 1977, foi organizada pela Nigéria.
Na cerimônia de abertura, Doudou Ndiaye Rose comandou a percussão
O Brasil terá uma noite dedicada a suas riquezas musicais e outras manifestações artísticas – Chico César, Rappin Hood e a escola de samba Império Serrano estão entre os convidados. Espetáculos de dança e paradas populares inspiradas nos tradicionais festivais nacionais farão vibrar as ruas senegalesas. E, para que a festa seja total, restaurantes servirão especialidades brasileiras.
Um dos pontos mais importantes da participação do convidado de honra desta edição são as atividades na Ilha de Goree. De lá saíram cerca de 15 milhões de escravos, em sua maioria destinados ao Brasil. Por conta dessa história, a região tem muito respeito pelos sul-americanos.
Zulu Araújo, presidente da Fundação Palmares, responsável pela delegação do Brasil, comenta que os mais de 300 integrantes foram escolhidos para representar o maior grupo não só em quantidade, mas também em qualidade. Não há nomes do Rio Grande do Sul na comitiva, mas chama a atenção a frequência com que é citado o pesquisador e poeta gaúcho Oliveira Silveira, morto há dois anos, responsável pela instituição de 20 de novembro como data dedicada a Zumbi dos Palmares. Depois da descoberta, o Estado passou a ser visto como região que, além da colonização europeia, tem raízes negras.
Manoel Soares viajou ao Senegal a convite do 3° Festival Mundial das Artes Negras.
manoel.soares@rbstv.com.br
Fonte: Zero Hora
9 de dezembro de 2010
Exposição Bem do Brasil – Patrimônio Histórico Brasileiro chega ao Rio de Janeiro
No próximo dia 10 de dezembro a exposição BEM DO BRASIL, pensada para levar o espectador a compartilhar, refletir e valorizar o patrimônio brasileiro em suas múltiplas expressões materiais e simbólicas chega ao Rio de Janeiro. A mostra estará aberta à visitação no Paço Imperial (RJ) do próximo dia 11 de dezembro a 20 de fevereiro.
Sob curadoria de Lauro Cavalcanti, diretor do Paço Imperial, e assistência e design de Victor Burton, a mostra reúne peças de todas as regiões do país e usa alta tecnologia de grafismo e imagem, exemplificando a pluralidade de nossas relíquias - arte erudita, popular, regional, além da questão simbólica, religiosa e étnica. A arquitetura é mostrada em fotos e a herança imaterial - costumes, modos, músicas e danças são exibidos em registros filmados.
Sob curadoria de Lauro Cavalcanti, diretor do Paço Imperial, e assistência e design de Victor Burton, a mostra reúne peças de todas as regiões do país e usa alta tecnologia de grafismo e imagem, exemplificando a pluralidade de nossas relíquias - arte erudita, popular, regional, além da questão simbólica, religiosa e étnica. A arquitetura é mostrada em fotos e a herança imaterial - costumes, modos, músicas e danças são exibidos em registros filmados.
Peças de artesanato são expostas com a mesma hierarquia que a de um item de arte erudita – de cabeça de ex-votos a santos barrocos e uma cadeira assinada por Oscar Niemeyer. A proposta da curadoria é eliminar essas valorações e afirmar que tudo é "bem" do Brasil.
“Temos, hoje, orgulho do povo brasileiro e de sua cultura que admite diferenças e ignora fronteiras entre o erudito e o popular. Os pensadores do início do século passado consideravam inviável o país face à constituição de sua população, mestiça de índios, africanos e europeus mediterrâneos”, compara Lauro Cavalcanti.
Atualmente, o Iphan – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional protege centenas de edificações históricas e conjuntos urbanos e rurais, mais de 17 mil sítios arqueológicos e cerca de um milhão de objetos cadastrados. Em relação ao patrimônio imaterial, o Instituto estabeleceu os livros dos saberes, das celebrações, dos lugares e das formas de expressão.
BEM DO BRASIL foi o evento que reinaugurou o Palácio do Planalto, em Brasília, onde esteve em cartaz de 30 de setembro a 15 de novembro de 2010. No Paço Imperial, a exposição apresenta obras e imagens que levem o público a entender como o Iphan integra preservação de bens de valor e desenvolvimento do país com uma visão dinâmica do patrimônio histórico, cultural, arquitetônico, ambiental e de caráter afetivo para a população.
Bem de todos
Entre os ítens da mostra estão o retábulo primitivo da Igreja da Conceição dos Militares (PE), violas de cocho de Mato Grosso, tambores da Crioula do Maranhão, carrancas e pinturas de artistas dos séculos XIX e XX, castiçais, oratórios mineiros e baianos, imagens de reis, santas e santos de igrejas de Pernambuco e do Museu de Arte Sacra de São Cristóvão (SE) , esculturas das Missões Jesuítico-Guaranis no Rio Grande do Sul, ex-votos de romeiros do Ceará e Bahia, cajados de pais de santo, cerâmicas indígenas do Espírito Santo, carrancas do Velho Chico, na cabeça de Boi Tinga do Pará, nas máscaras de Cavalhadas de Goiás, bonecos do Jequitinhonha, o jongo do Rio de Janeiro, cerâmicas e cabeças de ex-votos de procedências diversas.
Entre os ítens da mostra estão o retábulo primitivo da Igreja da Conceição dos Militares (PE), violas de cocho de Mato Grosso, tambores da Crioula do Maranhão, carrancas e pinturas de artistas dos séculos XIX e XX, castiçais, oratórios mineiros e baianos, imagens de reis, santas e santos de igrejas de Pernambuco e do Museu de Arte Sacra de São Cristóvão (SE) , esculturas das Missões Jesuítico-Guaranis no Rio Grande do Sul, ex-votos de romeiros do Ceará e Bahia, cajados de pais de santo, cerâmicas indígenas do Espírito Santo, carrancas do Velho Chico, na cabeça de Boi Tinga do Pará, nas máscaras de Cavalhadas de Goiás, bonecos do Jequitinhonha, o jongo do Rio de Janeiro, cerâmicas e cabeças de ex-votos de procedências diversas.
Há pinturas, desenhos e esculturas de Taunay, Facchinetti, Djanira, Tarsila do Amaral, Portinari, Volpi, Ivan Serpa, Amilcar de Castro, Aluisio Carvão, Weissmann, Guignard, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Athos Bulcão, Mestre Valentim, Arthur Bispo do Rosário, xilogravuras de Goeldi, Samico, J.Borges, entre outros, e azulejos de Portinari.
Urca
Simulações com projeções, grafismos, maquetes e fotos comparam o bairro da Urca, zona sul do Rio de Janeiro, hoje e como ele estaria sem a intervenção do IPHAN.
Simulações com projeções, grafismos, maquetes e fotos comparam o bairro da Urca, zona sul do Rio de Janeiro, hoje e como ele estaria sem a intervenção do IPHAN.
Bens imateriais
Um conjunto de filmes, cedidos pelo Museu do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular registra bens protegidos pelo Iphan, como jongo da Serrinha, capoeira, acarajé, o ofício das paneleiras de Goiabeiras, Espírito Santo, entre outros saberes e fazeres do patrimônio imaterial.
Um conjunto de filmes, cedidos pelo Museu do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular registra bens protegidos pelo Iphan, como jongo da Serrinha, capoeira, acarajé, o ofício das paneleiras de Goiabeiras, Espírito Santo, entre outros saberes e fazeres do patrimônio imaterial.
Raízes do Iphan
Através de documentos e de textos de Lauro Cavalcanti, a exposição conta a história do Iphan, de seus antecedentes à feição que ele tem hoje, e a contribuição de Rodrigo Mello Franco, Mario de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Lucio Costa, Aloisio Magalhães, Gilberto Freire.
Através de documentos e de textos de Lauro Cavalcanti, a exposição conta a história do Iphan, de seus antecedentes à feição que ele tem hoje, e a contribuição de Rodrigo Mello Franco, Mario de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Lucio Costa, Aloisio Magalhães, Gilberto Freire.
Foi em 1936 que surgiu a proposta vitoriosa, depois de o Ministro da Educação e Saúde, Gustavo Capanema, pedir a seu chefe de gabinete, Carlos Drummond de Andrade que encomendasse a Mário de Andrade o anteprojeto de um serviço público para defender e propagar o patrimônio artístico e histórico nacional.
O documento propunha uma visão abrangente e antropológica, que incluía a arte erudita e popular, a arquitetura, a arqueologia, a música e a etnologia, também sugerindo incluir prédios particulares na lista de monumentos nacionais.
Rodrigo Mello Franco foi presidente do Iphan por 30 anos, garantindo a independência técnica mesmo nos períodos políticos mais difíceis do país. Teve a seu lado uma equipe com alguns dos melhores intelectuais brasileiros, entre os quais Lucio Costa, Gilberto Freyre, Manuel Bandeira, Joaquim Cardoso, Oscar Niemeyer, Sergio Buarque de Holanda e Mário de Andrade.
Colaboração
Colaboraram com peças significativos para ilustrar a variedade dos “tombamentos", as superintendências regionais do Iphan de museus de todas as regiões do Brasil e de coleções particulares, entre os quais Maranhão, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso|FUNAI,Museus do IBRAM, Museu Histórico Nacional [RJ], Museu Nacional de Belas Artes (RJ), Museu das Missões (RS), Museus Castro Maya (RJ), Museu Bispo do Rosário [Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro], Museu de Artes e Ofícios [MG], Museu do Oratório|Instituto Cultural Flavio Gutierrez, Museu de Arte Sacra de São Cristóvão da Arquidiocese de Aracaju, Sergipe, Coleção Roberto Marinho, o Palácio Capanema [RJ] e colecionadores particulares.
Colaboraram com peças significativos para ilustrar a variedade dos “tombamentos", as superintendências regionais do Iphan de museus de todas as regiões do Brasil e de coleções particulares, entre os quais Maranhão, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso|FUNAI,Museus do IBRAM, Museu Histórico Nacional [RJ], Museu Nacional de Belas Artes (RJ), Museu das Missões (RS), Museus Castro Maya (RJ), Museu Bispo do Rosário [Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro], Museu de Artes e Ofícios [MG], Museu do Oratório|Instituto Cultural Flavio Gutierrez, Museu de Arte Sacra de São Cristóvão da Arquidiocese de Aracaju, Sergipe, Coleção Roberto Marinho, o Palácio Capanema [RJ] e colecionadores particulares.
O presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, incumbiu a equipe do Paço Imperial, Centro Cultural do IPHAN, em estreita colaboração com o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, de pensar e produzir esta exposição. A coordenação geral é de Licia Olivieri.
Serviço: Exposição Bem do Brasil
Horário: Terça a domingo, 12h às 18h
Local: Paço Imperial - Praça XV de Novembro 48 (RJ)
Mais informações
Assessoria de Comunicação do Iphan
Meise Halabi | Karina Maia (21) 2552 0239 / (21) 9916 0369
Adélia Soares – adelia.soares@iphan.gov.br
Daniel Hora – daniel.hora@iphan.gov.br
Mécia Menescal – mecia.menescal@iphan.gov.br
(61) 2024-6187 / 2024-6194
(61) 9972-0050
www.iphan.gov.br / www.twitter.com/IphanGovBr
fonte: IPHAN
Estudantes transformam muros de escola em galeria de arte
Em meio ao caos urbano, recortes da História da Arte. Fragmentos de diversos períodos artísticos, desde a Arte Rupestre até a Pop Art, colorem dois quarteirões na Vila Helena, onde uma galeria à céu aberto e de livre passagem foi produzida por cerca de 100 alunos da Escola Estadual “Francisco Camargo César”. A exposição, com direito a vernissage realizado ontem, foi batizada como “A Arte e o Tempo” e faz parte do projeto “Muros Limpos”, ideia desenvolvida dentro da própria escola que tem como objetivo agir contra o vandalismo e as pichações no extenso muro do local.
Notícia publicada na edição de 09/12/2010 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 2 do caderno B - 09 DEZ 2010 - Sorocaba SP
Levando em conta as reclamações da comunidade em relação ao estado do muro - vítima constante dos pichadores -, a professora de Artes, Solange Junqueira, especialista em Arte Urbana, resolver envolver os alunos para tentar resolver o problema. A solução poderia estar na arte. Para conseguir viabilizar sua ideia, a professora conseguiu uma ajuda financeira com a Secretaria de Estado de Educação. A verba de R$ 2 mil foi utilizada para a compra dos materiais. E para preparar os alunos para fazerem bonito nos muros da escola, foram necessárias algumas aulas de História da Arte.
Depois, foi só levar o conhecimento de dentro da sala de aula para o lado de lá dos muros da escola. Apesar da inauguração oficial da exposição ter ocorrido ontem, Solange já parecia bastante feliz com os resultados. “A exposição tem agitado a comunidade e possibilitado um diálogo maior entre a arte de dentro dos museus e galerias e a arte das ruas, da periferia”, comenta com entusiasmo.
Superação
Para os alunos, a oportunidade viabilizada pela professora Solange representou a aquisição de muitos conhecimentos e, o que é melhor, de maneira prazerosa. Além de aprenderem História da Arte, uma das grandes conquistas para os alunos foi descobrir a capacidade que eles têm de reproduzir, no áspero do muro, imagens referentes a cada momento artístico. Divididos em grupos, os adolescentes receberam, via sorteio, a indicação de qual movimento reproduziriam: Pop Art, Futurismo, Cubismo, Barroco, entre outros.
“Achei que não seria capaz de, depois da cartolina, passar a arte para o muro”, analisa a aluna Daniela Pereira, 17, que participou do grupo que ficou responsável por retratar a Arte Rupestre. Para ela, o exercício também foi importante para estimular o entrosamento. “Acho que aprendi a trabalhar em grupo”, diz ela. O jovem Kelso da Silva, 17, trabalhou a Arte Romana. “Começamos a estudar os arcos, a partir do Coliseu e também as letras”, explica. Para ele, a superação foi uma das maiores lições aprendidas com a experiência.
Respeito da comunidade
A estudante Anny Clérida, 17, foi bastante requisitada por seus colegas para dar uma “mãozinha” em alguns dos trabalhos. Ela ficou com a incumbência de retratar o movimento iniciado no final da década de 50 mas que teve seu ápice entre os anos 60 e 70: a Pop Art. A garota não teve muita dificuldade em sintetizar o movimento em um grafite representando a Coca-Cola, refrigerante símbolo do país onde o movimento tomou corpo por ser a pátria de um dos seus mais renomados representantes, o artista Andy Warhol.
Com dom para o desenho e habilidade de sobra, a jovem aprovou o resultado final mas torce mesmo é para que a comunidade respeite o trabalho. “Acho que eles vão respeitar sim”, confia Anny. Se depender da admiração dos populares que passaram pela galeria urbana na avenida Riusaku Kanizawa, 485, Vila Helena, o projeto veio mesmo pra ficar.
30 de novembro de 2010
Exposição Água na Oca
A mostra é dividida por temas, entre eles, as diferentes relações entre a água e os seres vivos.
Uma exposição que já fez sucesso em Nova York agora chega ao Brasil. A “Água na Oca” destaca a relação do homem com o meio ambiente. O objetivo é alertar para o uso racional da água.
As janelas em formato de escotilha ajudam a criar o cenário perfeito para a caminhada. Aqui é possível andar sobre a água.
Nenhuma gota d’água. Os artistas usaram engrenagens elétricas e lâmpadas de néon para recriar o movimento das ondas.
A exposição também mostra o lado devastador da água. O visitante se sente no meio de uma tempestade, com a água prestes a invadir a casa.
A viagem também leva ao fundo do oceano, tão profundo que só robôs conseguiram chegar.
Em outra sala, a animação fica no teto. O público fica deitado em colchões de água e parece que está no fundo do mar.
Aquário virtual e real se misturam. O visitante pode testar seus conhecimentos. Aprende os perigos da pesca predatória, mas por aqui a pescaria está liberada.
Making Of da exposição Água na Oca
Exposição Água na Oca
De 26 de novembro de 2010 a 8 de maio de 2011
Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Portão 3, Parque do Ibirapuera, São Paulo
28 de outubro de 2010
Cineasta anuncia versão multimídia de obra de Da Vinci
Uma versão multimídia de A Última Ceia, de Leornardo Da Vinci, obra do cineasta Peter Greenaway, será apresentada em dezembro próximo em Nova York, anunciou esta quarta-feira (27) a galeria Arsenal de Park Avenue.
A enorme sala de exposições, situada na avenida mais sofisticada de Manhattan, anunciou em comunicado que a mostra será a primeira apresentação nos Estados Unidos da obra multimídia de Greenaway, que estreou na Europa.
A experiência multimídia constitui uma "manipulação de luz, som e ilusão teatral", que cria "entornos audivisuais dinâmicos para suscitar diferentes formas de ver a obra de Leonardo", ressaltou a Arsenal.
A mostra inclui um "clone" ou réplica exata do mural pintado no século XV na parede do refeitório do convento de Santa Maria Delle Grazie, de Milão, considerado uma das obras de arte mais importantes do Ocidente.
A obra original tem 4,6 metros de altura por 8,8 metros de largura, assim como a versão "revisitada" por Greenaway, que será exibida entre 3 de dezembro e 11 de janeiro do ano que vem na grande sala nova-iorquina.
Imagens e luz projetadas sobre o "clone" da Última Ceia, acompanhada de vozes, imagens e sons, darão vida nova à obra-prima.
Primeiro, os visitantes assistem, durante 40 minutos, a uma colagem visual e sonora sobre a pintura renascentista.
Em seguida, passam a uma sala que recria o refeitório do convento milanês para contemplar a reprodução em escala real da obra original, antes de passar por outra experiência multimídia, também assinada por Greenaway, sobre a tela Bodas de Canaã, de Veronese.
"Peter Greenaway conduz o visitante por experiências coreográficas que constroem e desconstroem a obra de Leonardo em uma incrível fantasia multimídia", disse Rebecca Robertson, presidente da Arsenal de Park Avenue.
Greenaway já fez experiências semelhantes, em 2006, com Ronda Noturna, de 2006, em Amsterdã; com a mesma Ceia de Leonardo, em 2008, no convento milanês, e no ano passado com Bodas de Canaã, de Veronese, na Bienal de Veneza.
A pintura é uma arte onipresente na obra multimídia de Greenaway. O cineasta galês realizou, entre outros filmes, A Barriga do Arquiteto (1987), O Cozinheiro, o Ladrão, sua Mulher e o Amante (1989) e O Livro de Cabeceira (1996). fonte: Terra
12 de outubro de 2010
Livia Marin
A segunda exposição de Livia Marin na House of Propellers, em Londres, reúne aspectos da pintura, fotografia, cerâmica e escultura. Marin se apropria desse gênero, historicamente relegado a espaços secundários, supostamente carente de grandeza e raramente exibido em grandes salões. Quando pensamos em vida ainda como um trabalho de interpretação, vemos como Marin emprega o gênero por meio das suas deficiências, sua ostensiva marginalidade, e seu anonimato modesto. Segundo Livia Marin, explorar a composição do Still Life é pensar sobre a hierarquia de objetos; espacial, social e política. A técnica aplicada a costura das fotografias está relacionada a um sistema de restauração e reparo. Em uma cultura contemporânea onde simultaneamente se compra e se guarda, esses objetos são um poderoso lembrete de que nenhuma parte da cultura material pode escapar as conotações ideológicas de valor.
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