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5 de novembro de 2011

Mural em Montreal - inspirado no Art Nouveau

Durante 16 dias seguidos, do amanhecer ao anoitecer, cinco artistas de Montreal (que fazem parte do A'shop ) trabalharam em um mural de graffiti compondo uma versão moderna de "Nossa Senhora da Graça". Inspirados pelo pintor Alphonse Mucha, a equipe criou este mural de tirar o fôlego, usando 500 latas de tinta spray em mais de 50 cores diferentes.
"A cidade deu ao grupo um controle completo do projeto e, felizmente, o público acabou adorando. O principal fato que nos surpreendeu foi a reação das pessoas enquanto estávamos executando a pintura do mural. Aguns não deram muita importância no início, pensando tratar-se apenas de um anúncio. Então, quando eles perceberam que estávamos revivendo um velho muro com um mural, voltaram diariamente para acompanhar o trabalho. Em poucos dias, tivemos toda a comunidade envolvida."

Website A'shop
 


19 de outubro de 2011

Caminhões decorados do Paquistão

Nas estradas do Paquistão é possível encontrar arte em movimento por todas as estradas, em forma de caminhões decorados e veículos diversos. Com cores deslumbrantes e detalhadamente ornamentados, estas exposições de arte em movimento, incorporam ao seu deslocamento diário, a cultura paquistanesa e todo seu simbolismo. 
Abaixo, uma amostra dos caminhões decorados do Paquistão.

Fotografia de  MARK RYCKAERT

15 de setembro de 2011

Sweat Shoppe - "Vídeo pintura"

Um estúdio multimídia chamado Sweat Shoppe desenvolveu uma nova tecnologia interativa que lhes permite explorar a relação entre vídeo e arquitetura. Eles chamam esta técnica de "pintura de vídeo", que não usa nenhuma tinta ou efeitos pós produção.

13 de setembro de 2011

Hush

A arte de Hush combina pintura tradicional com street tagging.
Uma faceta distinta do trabalho de Hush é a complexidade de sua técnica que combina várias abordagens de rua com as práticas tradicionais de arte. Através do uso de temas opostos e estética, o artista apresenta representações contemporâneas do retrato tradicional e imagens figurativas.

Mais informações sobre o artista: New Image Art gallery.



23 de junho de 2011

Obra de Van Gogh vira parede viva em Londres




A galeria londrina National Gallery acaba de trazer para o lado de fora de suas instalações uma cópia de um de suas obras de arte mais preciosas. A versão outdoor foi reproduzida com oito mil plantas de 25 diferentes espécies formando uma parede viva.

Quem estiver passando pela famosa Trafalgar Square, uma das principais praças de Londres, poderá reconhecer a obra: uma adaptação do quadro Campo de Trigo com Ciprestes do pintor holandês Vincent Van Gogh. A iniciativa faz parte de um plano da National Gallery para reduzir a sua própria emissão de gás carbônico na atmosfera – o primeiro passo foi trocar toda sua iluminação por lâmpadas LEDs.



 Para dar vida à obra, foi necessária uma rígida seleção das plantas, já que era de extrema importância que as faixas de cores não se perdessem. Essa obra-prima botânica foi feita pela ANS Group (Europe), uma empresa especializada em design de paredes vivas e telhados “verdes”.


11 de março de 2011

Alexandre Farto - Vhils





Um jovem artista português, Alexandre Farto, usa explosivos para criar esculturas e retratos em paredes de prédios antigos de Lisboa e outras cidades da Europa. Acima, obra de Farto em Moscou.



Farto, de apenas 23 anos, desenvolveu uma técnica usando explosivos, grafite, restos de cartazes e até retratos feitos com metal enferrujado para criar retratos e frases. Acima, trabalho em parede de Lisboa. 




8 de março de 2011

OakoAk







OakoAk, o artista de rua francês que transforma bancos de parque, se inclina sobre paredes em ruínas e em lugares inesperados para a arte. 
Mais de seu trabalho: OakoAK blog





2 de março de 2011

29 de janeiro de 2011

Perspective Lyrique - Projeção ativada pela voz



1024 Architecture escolheu a fachada do Théâtre des Célestins em Lyon, na França, para esta incrível experiência. As deformações na construção são controladas pelo público, usando um microfone e um algorítimo de análise de áudio. Impressionante.

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26 de dezembro de 2010

Christian Guémy - C215

Christian Guémy - C215 - acredita que, se você olhar profundamente o suficiente para o rosto de uma pessoa, você vai ver sua vida se desenrolar diante de seus olhos. O artista de rua francês viaja ao redor do mundo e reúne todos os tipos de pessoas, incluindo prostitutas, mendigos e órfãos da rua. Afinal, quem melhor para representar a cidade do que seus próprios habitantes.

















C215's Flickr profile
C215's MySpace page

12 de dezembro de 2010

Armsrock - Markeringer

O dinamarquês Armsrock é o criador de Markeringer, uma instalação de luz temporária exibida nas ruas de Copenhague durante os meses de outubro e novembro. As peças foram criadas em slides riscados com uma agulha, e após projetadas em um edifício ou muro, uma por dia.

 Blog: Armsrock









9 de dezembro de 2010

Estudantes transformam muros de escola em galeria de arte

Em meio ao caos urbano, recortes da História da Arte. Fragmentos de diversos períodos artísticos, desde a Arte Rupestre até a Pop Art, colorem dois quarteirões na Vila Helena, onde uma galeria à céu aberto e de livre passagem foi produzida por cerca de 100 alunos da Escola Estadual “Francisco Camargo César”. A exposição, com direito a vernissage realizado ontem, foi batizada como “A Arte e o Tempo” e faz parte do projeto “Muros Limpos”, ideia desenvolvida dentro da própria escola que tem como objetivo agir contra o vandalismo e as pichações no extenso muro do local. 

Levando em conta as reclamações da comunidade em relação ao estado do muro - vítima constante dos pichadores -, a professora de Artes, Solange Junqueira, especialista em Arte Urbana, resolver envolver os alunos para tentar resolver o problema. A solução poderia estar na arte. Para conseguir viabilizar sua ideia, a professora conseguiu uma ajuda financeira com a Secretaria de Estado de Educação. A verba de R$ 2 mil foi utilizada para a compra dos materiais. E para preparar os alunos para fazerem bonito nos muros da escola, foram necessárias algumas aulas de História da Arte.
Depois, foi só levar o conhecimento de dentro da sala de aula para o lado de lá dos muros da escola. Apesar da inauguração oficial da exposição ter ocorrido ontem, Solange já parecia bastante feliz com os resultados. “A exposição tem agitado a comunidade e possibilitado um diálogo maior entre a arte de dentro dos museus e galerias e a arte das ruas, da periferia”, comenta com entusiasmo.

Superação
Para os alunos, a oportunidade viabilizada pela professora Solange representou a aquisição de muitos conhecimentos e, o que é melhor, de maneira prazerosa. Além de aprenderem História da Arte, uma das grandes conquistas para os alunos foi descobrir a capacidade que eles têm de reproduzir, no áspero do muro, imagens referentes a cada momento artístico. Divididos em grupos, os adolescentes receberam, via sorteio, a indicação de qual movimento reproduziriam: Pop Art, Futurismo, Cubismo, Barroco, entre outros.
“Achei que não seria capaz de, depois da cartolina, passar a arte para o muro”, analisa a aluna Daniela Pereira, 17, que participou do grupo que ficou responsável por retratar a Arte Rupestre. Para ela, o exercício também foi importante para estimular o entrosamento. “Acho que aprendi a trabalhar em grupo”, diz ela. O jovem Kelso da Silva, 17, trabalhou a Arte Romana. “Começamos a estudar os arcos, a partir do Coliseu e também as letras”, explica. Para ele, a superação foi uma das maiores lições aprendidas com a experiência.

Respeito da comunidade
A estudante Anny Clérida, 17, foi bastante requisitada por seus colegas para dar uma “mãozinha” em alguns dos trabalhos. Ela ficou com a incumbência de retratar o movimento iniciado no final da década de 50 mas que teve seu ápice entre os anos 60 e 70: a Pop Art. A garota não teve muita dificuldade em sintetizar o movimento em um grafite representando a Coca-Cola, refrigerante símbolo do país onde o movimento tomou corpo por ser a pátria de um dos seus mais renomados representantes, o artista Andy Warhol.
Com dom para o desenho e habilidade de sobra, a jovem aprovou o resultado final mas torce mesmo é para que a comunidade respeite o trabalho. “Acho que eles vão respeitar sim”, confia Anny. Se depender da admiração dos populares que passaram pela galeria urbana na avenida Riusaku Kanizawa, 485, Vila Helena, o projeto veio mesmo pra ficar. 

Notícia publicada na edição de 09/12/2010 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 2 do caderno B - 09 DEZ 2010 -  Sorocaba SP

6 de dezembro de 2010

23 de outubro de 2010

Banksy - “Exit Through the Gift Shop”


Grafite, capitalismo, mercado e cultura pop são mote de documentário

Um dos nomes mais importantes e subversivos da arte contemporânea, Banksy permanece um mistério, sem identidade. O grafiteiro britânico nunca veio a público – só se comunica através de porta-vozes – e, quando aparece em vídeos, tem sempre o rosto escondido e a voz alterada digitalmente. Acredita-se até que ele nem exista, seja um coletivo centralizado numa figura mítica, um fenômeno pop para desafiar o sistema. Ele luta para não ser assimilado – a abertura recente em "Os Simpsons" prova isso – e sua estreia no cinema vai por esse caminho. Na programação da Mostra Internacional de São Paulo, o documentário “Exit Through the Gift Shop” faz uma crítica à arte, ao consumismo, à mídia, com surpreendente desenvoltura e bom humor, como suas próprias obras.
Logo no início, depois do logo da Paranoid Pictures (brincadeira com a montanha da Paramount), vemos imagens de grafiteiros em ação – escalando prédios, interagindo com placas na rua, fugindo da polícia – naquele que, nos contam, é o “maior movimento de contracultura desde o punk”. Nos primeiros minutos, Banksy, coberto por um capuz, trata de se explicar. A ideia, originalmente, era de que ele fosse o tema do filme, mas mudou de ideia quando seu documentarista, o francês Thierry Guetta, se revelou “muito mais interessante do que eu”. Não é bem o caso, como se descobre mais tarde.
Ex-vendedor de roupas radicado em Los Angeles, Guetta tinha desde a década de 1980 uma compulsão por filmar tudo, sem muita inteligência – era quase um retardo mental. De celebridades à família, achou um foco quando começou a acompanhar o trabalho do primo, Space Invader, que cola em prédios e calçadas os bichos pixelados do videogame. A partir daí, entrou em contato com o universo dos artistas de rua e documentou a gênese dessas obras de vida curta, em vários lugares do mundo. Conheceu Shepard Fairey – o criador da famosa imagem de campanha de Barack Obama – e, através dele, Banksy, de quem ganhou a confiança.
Taxado como “terrorista da arte” pela imprensa, as obras de Banksy aparecem de forma generosa no filme – as intervenções nos muros que separam Israel e Palestina, um preso inflável de Guantánamo na Disney, as colagens nas galerias britânicas, a “morte” de uma cabine telefônica –, mais para mostrar a transformação que a arte de rua sofreu no mercado por sua causa nos anos 2000. De repente, leilões começaram a oferecer, ao lado de Picasso, Mondrian e Paul Klee, as intervenções de Banksy. Quando a cabine telefônica foi arrematada por meio milhão de dólares, uma mudança estava em curso.


Thierry Guetta: o vazio da arte atual
Guetta tentou transformar 10 mil horas de gravação em algo aproveitável e entregou, segundo Banksy, um filme que parecia feito por “alguém com problemas mentais segurando uma câmera”. Aconselhado pelo amigo a tentar ele mesmo fazer sua arte, Guetta, obsessivo, virou Mr. Brainwash. Emulando tudo o que viu ao longo dos anos, sem qualquer originalidade, elaborou um plano megalomaníaco para virar “the next big thing” em Los Angeles, e conseguiu. Adotado pela mídia – e por Madonna, para quem desenhou a capa da coletânea “Celebration” –, virou uma estrela do dia para a noite. Mais do que isso, um artista.
“Exit Throught the Gift Shop”, como se vê, vai além de retratar a arte de rua. Mostra como é fácil se tornar hype, fazendo a coisa certa, e criar um discurso de modernidade e crítica a partir do vazio. Sem contar o próprio consumismo que tomou conta do mundo da arte, como o próprio título entrega: a saída dos museus, invariavelmente, passa pelas lojas de souvenirs. Walter Benjamim já falava disso há décadas, mas Banksy não quer saber de teoria: deixa claro que tudo virou um circo sem sentido, e por que não rir disso?
Ele é, sim, crítico, corrosivo e quer chamar a atenção para o problema, mas tirar sarro faz parte do processo. Tanto é que até agora não se descarta a possibilidade de tudo que envolve Mr. Brainwash ser mais uma brincadeira do grafiteiro. Sem previsão de estreia no Brasil, “Exit Throught the Gift Shop” provoca tanta reflexão, ou mais, quanto um passeio de horas pelos três andares da Bienal de São Paulo. 




Assista ao trailer internacional de “Exit Through the Gift Shop”:



Serviço – “Exit Through the Gift Shop” na Mostra de São Paulo
Unibancio Arteplex 1, 23/10 (sábado), 23h40, sessão 111
Belas Artes 2, 26/10 (terça), 19h50, sessão 464
Espaço Unibanco 3, 29/10 (sexta), 19h50, sessão 763



 Fonte: Último Segundo

9 de outubro de 2010

Cow Parade permanece nas ruas da Capital até 20 de novembro



Um rebanho formado por 81 "vaquinhas" invadiu Porto Alegre sexta-feira passada. Basta circular pelas ruas e avenidas da cidade para avistar as estátuas de vacas. A iniciativa, que integra o maior evento de arte urbana do mundo – a CowParade –, chega pela primeira vez ao Rio Grande do Sul.

Criadas por artistas gaúchos das mais diversas vertentes, as obras permanecerão até o dia 20 de novembro em exposição, atraindo milhares de olhares numa verdadeira galeria a céu aberto. A primeira edição da CowParade Porto Alegre está surpreendendo os porto-alegrenses. Afinal, as vacas, confeccionadas em fibra de vidro, tem o tamanho natural.


Espalhadas em pontos estratégicos da Capital, as vacas dão um colorido especial nas principais ruas, avenidas, praças, parques e shoppings, entre outros pontos estratégicos, como o Hotel Plaza São Rafael. O patrono da mostra, Rodrigo Vontobel, destacou que o objetivo é encantar e envolver o público. “Trata-se de uma exposição democrática, acessível para quem quiser ver, tocar e interagir”, observou.


Na avaliação da diretora da Toptrends - detentora dos direitos de licenciamento da CowParade no País -, Catherine Duvignau, a qualidade artística está excelente. “Buscando inspiração na sua história e tradição, os artistas gaúchos criaram obras lúdicas e esteticamente bonitas”, enfatizou Catherine, acrescentando que o evento é realizado em parceria com a Farah Service e patrocinado exclusivamente pela MU-MU. Artistas sulistas consagrados, como Mauro Fuke, Zorávia Bettiol, Ana Norogrando, Eduardo Vieira da Cunha e Denise Haesbaert assinam as obras juntamente com novatos como Fernando Giongo, Duda Lanna, Juliana Bassani e Mirele Riffel.


“Em todas as cidades onde a CowParade passa, a paisagem urbana fica mais rica e colorida”, comentou Catherine, que já realizou edições em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. Após a exposição nas ruas de Porto Alegre, a CowParade permanecerá entre os dias 21 e 30 de novembro no Shopping Bourbon Country. No dia 1º de dezembro, as 80 vaquinhas serão leiloadas em um grande evento no Teatro do Bourbon Country.


O valor arrecadado será revertido para projetos do Funcriança, mantido pela prefeitura - parceira institucional do evento. Os endereços onde as vacas podem ser avistadas estão no site www.cowparade.com.br. A vaquinha que homenageia a Rádio Guaíba, do Grupo Record RS, pode ser vista na Praça Dr Maurício Cardoso, no bairro Moinhos de Vento. A Praça Júlio de Castilhos, no bairro Independência, abriga a escultura “A vaca foi pro beco”.



Obra: Ponte do Cowíba
Artista: Ana Aita


Veja a localização das vacas pelas ruas de Porto Alegre


 Fonte: Correio do Povo

30 de setembro de 2010

Um mural para o Museu



Os artistas Supakitch e Koralie são os responsáveis pela criação desse mural fantástico criado para o Museu da Cultura Mundial, localizado na Suécia.
Assista o processo criativo da dupla no belíssimo vídeo abaixo.  




Corpos em Espaços Urbanos

O amanhecer do último domingo (dia 26), começou de uma forma bem diferente no distrito financeiro de Manhattan : "Corpos em Espaços Urbanos" faz parte do French Institute Alliance Française’s Crossing the Line festival.
A coreografia é de Willi Dorner
Bryan Derballa fotografou para o The Wall Street Journal. 













Via photojournal

24 de setembro de 2010

Little K

A escultura de Little K aka André Kim propõe uma visão poética da arte urbana, através de personagens que invadem as ruas de várias cidades.

Confira mais no site do artista.